Laura Enchioglo   |   13/01/2026 09:06

Turismo no verão 2026 deve movimentar R$ 12,8 bilhões na economia do Rio

Estimativa da Prefeitura representa um crescimento de 18% em relação ao verão do ano anterior


Alexandre Macieira/Ritour
Para realizar os cálculos, foi considerado o gasto médio do turista brasileiro (R$ 1.856) e estrangeiro (R$ 3.645)
Para realizar os cálculos, foi considerado o gasto médio do turista brasileiro (R$ 1.856) e estrangeiro (R$ 3.645)

Os turistas devem movimentar R$ 12,8 bilhões na economia da cidade do Rio de Janeiro, durante o verão de 2026. Esse montante representa um crescimento de 18% em relação ao verão do ano anterior. Essa é a estimativa da Prefeitura, que calculou o impacto por meio das secretarias de Desenvolvimento Econômico (SMDE) e Turismo (SMTUR-RIO) e Riotur.

O levantamento leva em conta os gatos de 5,7 milhões de turistas – sendo 1,2 milhão de visitantes internacionais e 4,5 milhões de nacionais – ao longo da estação que vai de 21 de dezembro de 2025 a 20 de março deste ano.

“O verão é o principal período de movimentação turística do Rio, e esses números confirmam a força da cidade como destino nacional e internacional. Esse crescimento expressivo é resultado de planejamento, promoção estratégica do destino, fortalecimento do calendário de eventos e de um trabalho integrado da Prefeitura para oferecer uma experiência cada vez melhor a quem escolhe o Rio”, diz Bernardo Fellows, presidente da Riotur.

Para realizar os cálculos, foi considerado o gasto médio do turista brasileiro (R$ 1.856) e estrangeiro (R$ 3.645), segundo o estudo “Turismo no Rio de Janeiro: Panorama recente dos principais indicadores”, elaborado pelo IFec RJ – Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises, e atualizado para valores de novembro de 2025, deflacionados pelo IPCA.

“O Turismo é, sem dúvida, uma das indústrias com forte potencial de crescimento, elevando incrivelmente o patamar da economia de uma cidade, agregando valor não somente nas finanças, mas no humor, na alegria, na percepção de felicidade dos visitantes que por aqui chegam. A cidade ganha em todos os sentidos”

Daniela Maia, secretária municipal de Turismo do Rio

Os gastos incluem os setores de hospedagem, alojamento, restaurantes, bares, compra de alimentos e bebidas para consumo (fora de restaurantes e bares), combustível, transporte, deslocamento interno e entretenimento / lazer (festas, pontos turísticos). Além disso, entram também na conta gastos com telecomunicações (telefonia, internet) e compras de produtos (artigos de vestuário, lembrancinhas).

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Sobre o autor

Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero, Laura Enchioglo é repórter na PANROTAS, onde entrou como estagiária em 2023. Tem experiência em assessoria de imprensa e na cobertura de economia e finanças.