INVESTIMENTOS

Gerente geral explica novo conceito do resort Wish Natal (ex-Pestana)


Divulgação GJP
Layse - Executiva de Vendas; Simone - Coordenadora de RH; Anny - Guest Relations; Rosângela - Gestora de Grupos e Eventos; e Suellen - Gestora de Reservas. Em pé (da direita para a esquerda): Adriano - Gestor de Segurança; Gleydson - Gestor de Manutenção; Erick - Controller; Gefferson Alves - General Manager; Wilson - F&B Manager & Head of Operations; Marcelo - Sous Chef; e João Paulo - Gestor de Recepção<br><br>
Layse - Executiva de Vendas; Simone - Coordenadora de RH; Anny - Guest Relations; Rosângela - Gestora de Grupos e Eventos; e Suellen - Gestora de Reservas. Em pé (da direita para a esquerda): Adriano - Gestor de Segurança; Gleydson - Gestor de Manutenção; Erick - Controller; Gefferson Alves - General Manager; Wilson - F&B Manager & Head of Operations; Marcelo - Sous Chef; e João Paulo - Gestor de Recepção

NATAL - Formado em administração de empresas pela PUC–SP e com MBA em International Hospitality Management pela Ecole Hôtelière de Lausanne e em Gestão da Qualidade de Serviços pela FGV–RJ, o baiano Gefferson Alves assumiu a unidade hoteleira do grupo GJP Hotéis e Resorts em Natal há seis meses.

Ele já gerenciou vários meios de hospedagem no Brasil e no Exterior em redes como Accor, Meliá e Pestana, além de um megaresort em Dubai. Sua primeira missão neste novo desafio foi adaptar o Prodigy Natal (quatro estrelas que ainda não estava concluído) ao estilo Wish (marca cinco estrelas da rede).

Nesta entrevista, ele fala de conquistas e metas. Exalta a equipe. E garante que o hotel da rede GJP na capital potiguar é e será cada vez mais, digamos, diferente. Algumas peculiaridades: nada de música alta, muito menos nos estilos sertanejo, axé ou funk. Sem recreadores ou brincadeiras na piscina. A atmosfera, enfim, é zen.

Confira as diretrizes do Wish Natal:

PORTAL PANROTAS - A partir de qual constatação o hotel migrou da bandeira Prodigy para a Wish?
GEFFERSON ALVES - Quando a GJP adquiriu essa unidade, em fevereiro de 2016, ainda com a bandeira Pestana, foi designada a nossa marca Prodigy (quatro estrelas) pelo perfil da época. Mas após um estudo de viabilidade, nossa diretoria percebeu a necessidade de algo diferenciado, de alto padrão e com um novo conceito de hospedagem. Foi quando realizamos um amplo retrofit assinado pelo arquiteto João Armentano em todas as áreas úteis, incluindo recepção, área verde, apartamentos, restaurantes, kid’s club etc.

PP - Qual o maior diferencial do Wish Natal?
ALVES - Nosso maior diferencial é a novíssima infraestrutura. Não há nenhum hotel com tantos diferenciais em Natal, especialmente incluindo música, gastronomia e bem-estar. Da nossa recepção com Guest Relations à programação musical diferente para cada ambiente e ocasião, o hotel traz uma atmosfera jovem e repleta de novas experiências para toda a família.

Na área verde, por exemplo, temos aulas de ioga. Temos também caminhadas ao pôr do sol, massagens, esportes de praia, funcional, pilates, body step, entre outras modalidades. Há ainda uma playlist adequada para cada hora do dia, que convida o hóspede a apreciar a boa música, ler um livro na piscina e degustar frutas frescas geladas para complementar a experiência.

Na gastronomia, temos o restaurante Malta, na área externa, um ambiente repleto de boas energias e com cardápio à la carte e bufê. Também abriremos o “The Grill”, em julho, outra proposta muito especial para hóspedes e moradores da região, localizado na área interna do resort.

PP - O que falta ainda para a conclusão das obras de modernização?
ALVES - Estamos finalizando a área do spa e academia, que terá vista para o mar e equipamentos de ponta.

PP - Quais são os principais mercados emissores nacionais e internacionais para o Wish Natal?
ALVES - Do Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná. No internacional, destaque para a América do Sul, com evidência para a Argentina.

PP - O marketing de Natal está sendo bem conduzido? O destino se vende bem?
ALVES - O Estado do Rio Grande do Norte, como um todo, sofreu algumas adversidades com a questão da segurança pública, malha aérea com custo elevado, entre outros fatores que já podem ficar no passado.

Acreditamos muito na reversão do cenário, principalmente no mercado latino, onde existem algumas ações para a propagação do destino, no mercado regional, cuja circulação é em sua massiva maioria via rodoviário, e também no segmento de pequenos e médios eventos (Mice).

Naturalmente entendemos que o Rio Grande do Norte e o próprio Ministério do Turismo podem ajudar a reforçar os encantos do destino e até mesmo a encontrar novos mercados consumidores.

PP - Qual a taxa média de ocupação deste primeiro semestre? E a meta anual?
ALVES - Inauguramos oficialmente o empreendimento em dezembro de 2017. Naturalmente. contando o processo de soft opening, devemos fechar o primeiro semestre com ocupação média de 45%, mas sempre buscando novos mercados, investindo em publicidade e em ações regionais em todo o Brasil com agentes de viagens. Com isso, devemos fechar 2018 com pelo menos 65% de ocupação.

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