Futuro: por que a tecnologia não vai substituir o hoteleiro

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Henn-na Hotel
No Japão, o Henn-na Hotel é quase totalmente gerido por robôs; um dinossauro robótico é atendente na recepção
No Japão, o Henn-na Hotel é quase totalmente gerido por robôs; um dinossauro robótico é atendente na recepção
A ideia de que robôs com inteligência artificial podem assumir as operações de um hotel em um futuro distante pode assombrar os profissionais da hotelaria, mas não devia. Isso porque a tecnologia chega para auxiliar o mercado hoteleiro a conquistar cada vez mais hóspedes, fato exaltado pela maioria dos especialistas em avanços tecnológicos do ramo de hotéis que concederam opiniões ao portal Tnooz durante a última edição da WTM Londres.

A opinião geral aponta para um caminho em que a tecnologia fornecendo robôs para os serviços ao hóspede e um sistema de inteligência artificial para gerir os negócios não repõe a hospitalidade humana. Esses avanços, sim, servem para otimizar processos que já existem, como a possibilidade de incluir reconhecimento facial na entrada no quarto ou registro de impressão digital nas reservas, por exemplo.

"Os hóspedes estão cada vez mais conectados à tecnologia, então é natural que eles queiram o mesmo nível tecnológico nos hotéis. Já os hoteleiros precisam entender que essa evolução não representa uma ameaça, mas sim uma oportunidade para se integrar às experiências de dia a dia do cliente", explicou a consultora da Star Quality Hospitality, Monica Or.

Um dos diretores do canal de distribuição on-line Site Minders, Ruairi Conroy também vê os avanços na tecnologia como chance para especializar e segmentar a experiência dos hóspedes individualmente, "sendo mais inventivo e tomando as decisões certas". "Para isso, porém, é preciso informação, que só vem com processos bem integrados à tecnologia", concluiu.


*Fonte: Tnooz

conteúdo original: http://bit.ly/2ocg2tv
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