Asta lamenta recomendação do governo dos EUA de evitar cruzeiros

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A Asta (American Society of Travel Agents) lamentou a advertência do Departamento de Estado dos Estados Unidos de que os cidadãos americanos, particularmente aqueles com problemas de saúde subjacentes, evitem viajar de cruzeiros por conta do Covid-19.

"Dada a importância da indústria de cruzeiros para os consultores de viagens, a Asta está seriamente preocupada com o impacto desse comunicado nos negócios de nossos membros", disse o CEO da Asta, Zane Kerby, em comunicado por e-mail. “Como compartilhamos com a Casa Branca antes da emissão desse comunicado, a grande maioria das viagens de cruzeiros ocorre sem problemas”.

Divulgação/Asta
Zane Kerby, presidente e CEO da Asta
Zane Kerby, presidente e CEO da Asta
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças informaram que há um "aumento do risco de infecção pelo Covid-19 em um ambiente como os cruzeiros", escreveu o Departamento de Estado.

Muitos países implementaram procedimentos rigorosos de triagem que resultaram na entrada de navios em determinados portos. No fim de semana, três navios foram impedidos de entrar em portos dos Estados Unidos. O Grand Princess, por exemplo, teve que navegar por águas internacionais porque 19 tripulantes e dois passageiros testaram positivos para o coronavírus. O navio atracou em Oakland nesta segunda-feira (9).

A Clia também enviou uma declaração em resposta à assessoria do Departamento de Estado. "Estamos focados no desenvolvimento de um plano agressivo e responsivo, conforme acordado durante a reunião com o vice-presidente Pence, que vai além dos protocolos já significativamente aprimorados, que acreditamos ser um modelo para os outros", afirmou a associação.
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