Royal Caribbean supera expectativas e lucra mais de US$ 1 bilhão no 2T26
No período, a Royal Caribbean transportou 2,4 milhões de hóspedes, alta de 6% em relação ao 2T25

O Grupo Royal Caribbean anunciou os resultados financeiros e operacionais referentes ao segundo trimestre de 2026, com destaque para uma receita de US$ 4,8 bilhões, alta de 6% em relação ao mesmo período de 2025, impulsionada pela forte demanda de última hora.
O lucro líquido, por sua vez, foi de US$ 1,1 bilhão, equivalente a US$ 4,20 por ação, enquanto o lucro ajustado por ação (Adjusted EPS) atingiu US$ 4,21. Com isso, a Royal Caribbean passou a projetar um lucro ajustado entre US$ 17,73 e US$ 17,87 por ação em 2026, refletindo um cenário operacional mais favorável.
Segundo o CEO Jason Liberty, o desempenho reforça a força das marcas do grupo e a preferência dos consumidores por experiências de férias. Ele destacou ainda o lançamento do Legend of the Seas, terceiro navio da classe Icon, como um marco da estratégia de inovação da companhia, além dos investimentos em tecnologia e fidelização de clientes para ampliar a participação no mercado global de viagens.
"O forte desempenho do segundo trimestre demonstra a força contínua de nossas marcas, o apelo de nossas experiências de férias e o momento positivo do nosso negócio. Esperamos mais um ano de crescimento de aproximadamente dois dígitos em receita e lucros, impulsionado pela preferência dos consumidores por nossas marcas líderes, além da sólida posição de reservas, margens robustas e um balanço financeiro fortalecido"
Jason Liberty, CEO do Grupo Royal Caribbean
Apesar dos resultados positivos, a empresa reconheceu impacto moderado nas reservas de alguns itinerários devido ao prolongamento de tensões geopolíticas. Ainda assim, afirmou que segue operando com preços recordes, volumes de reservas acima dos registrados no ano passado e taxas de ocupação robustas.
No período, a Royal Caribbean transportou 2,4 milhões de hóspedes, alta de 6% em relação ao 2T25, enquanto a capacidade aumentou 5%. A taxa de ocupação, por sua vez, atingiu 110%, índice comum na indústria de cruzeiros por considerar cabines ocupadas por três ou mais passageiros.