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EUA recebem 77 mi de visitantes internacionais; Brasil sobe 11%

Reprodução / Pixabay
Nova York, um dos destinos mais buscados por brasileiros nos Estados Unidos
Nova York, um dos destinos mais buscados por brasileiros nos Estados Unidos
Os Estados Unidos receberam aproximadamente 77 milhões de turistas internacionais em 2017. Após cinco meses de espera, os números divulgados hoje pelo Escritório Nacional de Viagens e Turismo da Administração do Comércio Internacional do Departamento de Comércio (NTTO, em inglês) apontam também um recorde de gastos de US$ 251,4 bilhões, alta de 2% comparada ao ano anterior.

A indústria de Viagens e Turismo foi responsável pelo apoio a mais de 1,2 milhões de postos de trabalhos no país.

O aumento em visitas de estrangeiros foi tímido, de 0,7% no geral. O Brasil desponta como segundo maior mercado de crescimento, com 11%, atrás apenas de Coreia do Sul (+17,8%). Os demais países são Argentina (+10%), Irlanda (+9%) e Canadá (+4,8%).

“Os viajantes internacionais continuam a estabelecer recordes de gastos visitando os Estados Unidos, e espero que essa tendência continue em 2018 gerando mais crescimento de empregos", disse o secretário de Comércio do órgão, Wilbur Ross.

"A indústria de Turismo americana, que gerou um superávit comercial de mais de US $ 77,4 bilhões no ano passado, continua a ajudar a levar nossa economia a novos patamares”, complementou.

As exportações norte-americanas relacionadas ao segmento representaram quase 32% de todas as exportações de serviços dos Estados Unidos e 11% de todas as exportações, com bens e serviços combinados.

Os gastos em viagens pessoais, incluindo lazer, educação e bem-estar, assim como transporte aéreo, cresceram 3,1% e 3,4%, respectivamente. As viagens educacionais foram responsáveis por quase dois terços (65%) do crescimento em viagens pessoais, aponta a instituição.

ATRASO NA DIVULGAÇÃO
Em abril deste, o NTTO suspendeu temporariamente a publicação de dados de chegadas no Exterior devido a anomalias nos registros recebidos da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP).

Juntos, o NTTO e o CBP identificaram aproximadamente 4,5 milhões de registros que haviam sido classificados erroneamente com relação à residência, devido a um erro de programação.

O erro de classificação não havia sido identificado até se tornar aparente que os registros não estavam refletindo tendências consistentes com outros indicadores de viagens ao exterior para os Estados Unidos.

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