Alagoas deve iniciar reabertura do Turismo até o final de julho

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Divulgação
As praias de Maceió estão abertas apenas para banho de mar e atividades individuais
As praias de Maceió estão abertas apenas para banho de mar e atividades individuais
Seguindo os protocolos de saúde e segurança, Alagoas deve iniciar a retomada de alguns setores no próximo dia 15 em Maceió e até o final do mês no interior do Estado. Por enquanto, bares, restaurantes e shopping permanecem fechados. Além dos meios de hospedagem, as praias estão reabertas para banho de mar, prática de atividades individuais e convívio familiar, mas permanecem fechadas para o consumo de bebidas alcoólicas e atividades que envolvam aglomerações.

“A expectativa é que possamos voltar ao máximo à normalidade, estreitar as nossas parcerias com as companhias aéreas e grandes operadoras e reconquistar a malha aérea e a credibilidade do consumidor, oferecendo segurança para que as pessoas se sintam confiantes em viajar para o nosso Estado”, afirmou o secretário de Turismo de Alagoas, Rafael Brito, que participou da segunda live Check Point sobre a retomada do Turismo no Nordeste junto aos secretários do Maranhão, Catulé Junior, e do Sergipe, José Sales Neto.

Da mesma forma que os demais Estados do Nordeste, Alagoas investirá no Turismo regional e nacional para a retomada. Segundo Brito, é muito provável que haja Réveillon e Carnaval nos destinos alagoanos. “Eu sou contrário à expectativa de grandes mudanças no setor. Acredito que o Turismo vai voltar pelo regional, mas o nacional vai reaquecer antes do esperado, com certeza. Temos a convicção de que voltaremos à normalidade assim que as pessoas se sentirem mais confiantes em viajar”, ressaltou.

Além de ter disponibilizado linhas de crédito aos profissionais do Turismo, o Estado recebeu a maior verba dos últimos anos para investimento em divulgação dos destinos. Em relação ao setor aéreo, a retomada está dentro das expectativas para o momento. Em dezembro, a previsão é de que o Estado tenha 80% da malha aérea de 2019. “A gente manteve o ICMS em 5% para todas as companhias aéreas, independentemente do número de voos. Mas precisamos fazer um apelo ao governo federal para ajudar as companhias a saírem dessa crise. É muito importante nos unirmos e nos apoiarmos neste momento”, concluiu.

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