No mês do Yom Kippur, Israel anuncia lockdown de 3 semanas

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Divulgação

Com 4 mil novos casos de infecção pelo novo coronavírus por dia, Israel decretou novo lockdown, começando na próxima sexta-feira, dia 18 de setembro, e com previsão de duração de três semanas.

É o segundo lockdown do país, que já havia decretado a medida no começo da pandemia, de março a maio. Líderes religiosos protestaram contra a ação do governo, já que em setembro há diversas datas religiosas importantes, cujas celebrações poderão ser afetadas pela ordem de confinamento, como o Yom Kippur, dia 27 de setembro.

Pelas novas medidas, as reuniões em ambientes fechados devem se limitar a dez pessoas e ao ar livre a 20 participantes, Escolas e shopping centers devem fechar e só é permitido o deslocamento a até 500 metros da residência de cada um.

Escritórios privados podem funcionar, mas não receber clientes. Supermercados e farmácias podem continuar funcionando.

A frequência às sinagogas e as comemorações do Yom Kippur estão limitadas pelo confinamento e devem seguir as regras do governo, que estabeleceu prazo de pelo menos três semanas para o segundo lockdown, com objetivo de conter a nova onda de covid-19.

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