Chile volta atrás e exigirá quarentena de brasileiros

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Wikicommons/Mark Scott Johnson

O Chile voltou atrás em relação às regras de reabertura das fronteiras divulgadas na semana passada e anuncia que exigirá quarentena de visitantes de países que estão na lista de transmissão comunitária, como é o caso do Brasil. A medida vale a partir do dia 23 de novembro, quando as fronteiras serão abertas, pelo menos até 7 de dezembro.

Brasileiros e turistas de outras nacionalidades que constam em tal lista, elaborada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), terão de seguir a medida obrigatória. E ainda assim a quarentena forçada não tira a necessidade de apresentação de teste PCR negativo, seguro viagem obrigatório e passaporte sanitário.

"Durante as primeiras duas semanas de abertura da fronteira, entre 23 de novembro e 7 de dezembro, os estrangeiros que vêm de países com transmissão comunitária, segundo a OMS, terão de cumprir obrigatoriamente uma quarentena de 14 dias no país. Esta lista é atualizada semanalmente pela OMS", aponta o governo do Chile.

"Os passageiros serão obrigados a apresentar um teste PCR negativo com no máximo 72 horas de antecedência, um seguro saúde com cobertura para covid-19, um passaporte sanitário, além de completar um formulário para seguir sua estada no país. É importante dizer que a quarentena obrigatória significa que a pessoa não pode sair do local onde ela esteja sendo cumprida e que haverá fiscalização presencial durante estes 14 dias. O descumprimento acarretará em sanções", completa o comunicado.

Tal formulário pode ser encontrado em c19.cl/formularios.html

Outros países, além do Brasil, que constam na lista de transmissão comunitária são Argentina, Estados Unidos, Peru, Bolívia, Colômbia, Espanha, Reino Unido e França.

Saiba mais em https://www.gob.cl/coronavirus/plandeaccion#aperturadefronteras/
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