Falta de passaporte de vacina confiável é entrave para abertura dos EUA

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Reprodução site Casa Branca
Biden está sendo pressionado a reabrir fronteiras dos EUA por diversos grupos
Biden está sendo pressionado a reabrir fronteiras dos EUA por diversos grupos
A secretária de Comércio dos Estados Unidos, Gina Raimondo, disse na segunda-feira (12) que está pressionando pelo afrouxamento das restrições ao coronavírus que impedem grande parte do mundo de viajar para os Estados Unidos, mas que as autoridades de saúde americanas continuam preocupadas com mais surtos. As informações são da Reuters.

Gina disse que se encontrou com o secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Xavier Becerra, na sexta-feira (9), mas não tinha informações sobre quando uma decisão poderia ser tomada. Dezenas de grupos empresariais, legisladores e funcionários de governos estrangeiros estão pedindo ao governo do presidente Joe Biden que relaxe as duras restrições impostas pelo ex-presidente Donald Trump.

“O CDC está nervoso e é difícil saber se as pessoas foram vacinadas. Não há passaporte de vacina confiável e isso é um grande obstáculo”, afirmou a secretária de Comércio. A Casa Branca rejeitou repetidamente um passaporte nacional para vacinas.

A Casa Branca diz que está continuando as discussões com a União Europeia, Grã-Bretanha, Canadá e México sobre como eventualmente suspender as restrições, mas as autoridades americanas dizem que ainda não têm um cronograma e as autoridades do setor de viagens acreditam que as restrições não podem ser suspensas até agosto ou mais tarde.

As companhias aéreas e outras empresas estão pedindo ao governo que suspenda as restrições que cobrem a maioria dos cidadãos não americanos que estiveram recentemente na Grã-Bretanha, as 26 nações do Schengen na Europa sem controles de fronteira, Irlanda, China, Índia, África do Sul, Irã e Brasil.

Os Estados Unidos também proíbem viajantes não essenciais de cruzar para os Estados Unidos a partir das fronteiras terrestres canadenses ou mexicanas.

Diplomatas europeus e outros argumentam que a lista de países com severas restrições a viagens inclui alguns com baixas taxas de infecção, enquanto outros com altas taxas de infecção, incluindo a Argentina, não enfrentam restrições.
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