MTur apresenta ao WTTC as ações do Brasil na pandemia

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MTur/Dênio Simões
Na ocasião, Marcelo Álvaro Antônio destacou que o governo está trabalhando em três frentes com foco na manutenção de empregos no setor
Na ocasião, Marcelo Álvaro Antônio destacou que o governo está trabalhando em três frentes com foco na manutenção de empregos no setor
Durante videoconferência realizada hoje (26), o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, se reuniu com a presidente do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), Gloria Guevara Manzo, para apresentar as medidas adotadas pela pasta brasileira para beneficiar o setor turístico brasileiro num contexto de pandemia do novo coronavírus.

Na ocasião, o ministro destacou que o governo está trabalhando em três frentes com foco na manutenção de empregos no setor. "Apresentamos uma medida provisória que, entre outras coisas, suspende o contrato de trabalho e garante aos trabalhadores um apoio do governo. Além disso, estamos atuando na relação entre empresas e consumidores, com o intuito de solicitar a remarcação e o não cancelamento de pacotes de viagens, shows e eventos", afirmou Antônio em sua fala. "Por fim, seguimos conversando com os grandes bancos brasileiros, para que as instituições possam criar linhas de crédito para possibilitar o capital de giro nas empresas", complementou.

A presidente do WTTC destacou a importância do segmento para a economia mundial. "As garantias são muito importantes, pois muitas dessas empresas são de serviços e não possuem garantias. É importante destacar que, no ano passado, um em cada quatro empregos no mundo foram gerados pelo Turismo", concluiu.

De acordo com estudo divulgado pela entidade mundial, o setor de Turismo deve perder 75 milhões de empregos em todo o mundo, por conta da pandemia do coronavírus. Os prejuízos podem chegar a marca de US$ 2,1 trilhões. Apenas nos países da América do Norte (EUA, Canadá e México), o WTTC estima perdas de US$ 570 bilhões e 7 milhões de empregos a menos. O Brasil também foi incluído no grupo de países que serão mais afetados pela crise.
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