IRRF sobre remessas ao Exterior volta a estagnar no governo, diz Braztoa

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PANROTAS / Filip Calixto
Roberto Nedelciu, presidente da Braztoa
Roberto Nedelciu, presidente da Braztoa
Apesar de um cenário otimista que se desenha com o avanço da vacinação para as operadoras, o IRRF sobre remessas ao Exterior segue tirando o sono dos profissionais do setor, principalmente os que têm os destinos internacionais como exclusividade na prateleira. Em maio, status anunciado pela Abav Nacional era praticamente de certeza. "O Ministério do Turismo e o da Economia estão pacificados quanto ao tema". A proposta era baixar a alíquota de 25% para 6%. A situação, porém, voltou a estagnar, segundo o presidente da Braztoa, Roberto Nedelciu, em entrevista ao Portal PANROTAS.

"A coisa não anda", lamenta o presidente da Braztoa. "Juntamos forças, principalmente entre nós, Abav Nacional e Clia Brasil, fizemos inúmeras ações para tentar resolver esta questão de forma bem clara, mas a situação voltou a estagnar. Sabemos que o quadro está bem complicado ao governo devido à crise, mas precisamos de condições igualitárias. Não queremos vantagens, apenas um mercado justo e competitivo, o que não é a realidade quando as operadoras pagam 25% de alíquota contra zero de outras empresas. Não vamos descansar até conseguirmos avançar para igualar as condições."
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