Governo dos EUA vem ao Brasil para discutir covid e outros temas

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Comitiva é liderada pelo assistente do presidente Joe Biden para Assuntos de Segurança Nacional
Comitiva é liderada pelo assistente do presidente Joe Biden para Assuntos de Segurança Nacional

O Brasil recebe nesta semana a visita oficial da administração sênior dos Estados Unidos para que sejam traçados um caminho de recuperação da pandemia de covid-19 e outros assuntos, dentre os quais o fortalecimento da parceria estratégica Brasil-EUA, a busca pela melhora da estabilidade regional, avanço nos objetivos climáticos e colaboração com infraestrutura digital.

Quem vem ao País são o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, acompanhado do diretor sênior do conselho de Segurança Nacional para o Hemisfério Ocidental, Juan Gonzalez, do diretor sênior de tecnologia e segurança nacional, Tarun Chhabra, do diretor sênior da Cyber, Amit Mital, e do funcionário sênior do Departamento de Estado para o Hemisfério Ocidental, Ricardo Zúniga.

Na viagem, o grupo também visitará a Argentina, onde discutirá, com o governo do país vizinho, os laços estratégicos sobre prioridades bilaterais e regionais, incluindo a recuperação pandêmica, a cúpula climática regional, o crescimento econômico compartilhado e a segurança em nosso hemisfério e em todo o mundo.

SOBRE JAKE SULLIVAN
Jake Sullivan é o 28º assistente do presidente Joe Biden para Assuntos de Segurança Nacional (conselheiro de Segurança Nacional). Na administração Obama-Biden, atuou como assistente adjunto do presidente e conselheiro de segurança nacional do então vice-presidente Biden, diretor da equipe de planejamento de políticas do Departamento de Estado dos Estados Unidos e vice-chefe de gabinete da secretária de Estado Hillary Clinton.

Durante seu tempo no governo, Sullivan foi um negociador-chefe nas negociações iniciais que abriram caminho para o acordo nuclear iraniano e desempenhou um papel fundamental nas negociações intermediadas pelos EUA que levaram a um cessar-fogo em Gaza em 2012. Ele também ajudou a moldar a estratégia de reequilíbrio Ásia-Pacífico tanto no Departamento de Estado quanto na Casa Branca.
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