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Cetur se reúne pela primeira vez após eleição; veja como foi


Marluce Balbino
O presidente da Cetur, Alexandre Sampaio, lidera a reunião
O presidente da Cetur, Alexandre Sampaio, lidera a reunião
Um dia especial. Foi assim que o presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), Alexandre Sampaio, definiu a primeira reunião após a eleição da nova diretoria da Confederação Nacional de Comércio, Serviços e Turismo (CNC), que tem como novo presidente José Roberto Tadros, da Fecomercio-AM.

Sampaio destacou a presença dos grandes atores da indústria neste primeiro encontro, que segundo ele, foi bastante extenso. Além das pautas programadas da entidade, a Cetur trouxe ainda representantes de outras associações, como por exemplo, Abear, Anac e Infraero. “O conteúdo gerado após o fim dessa reunião foi tão gratificante e com uma qualidade excepcional, que nós iremos produzir um material especial para distribuir internamente”.

Sampaio, que também preside a FBHA, seguiu o otimismo dos companheiros do trade e garantiu que em 2019 a representatividade da CNC estará cada vez mais explicita. “Temos muito trabalho pela frente. Vamos criar grupos de trabalho especializado por especificidade, um para aviação, outro para hotelaria e por aí em diante. Com isso vamos garantir mais efetividade e melhores resultados para as ações que estamos propondo”, explicou.


Marluce Balbino

Um dos grandes momentos da reunião foi a apresentação da pesquisa Empregabilidade no Turismo, feita pela CNC a partir de coleta de dados oficiais. Antonio Everton Junior, da Divisão Econômica da confederação, apresentou o resultado do setor no mês de outubro.

Em resumo, como já era esperado, a cidade do Rio de Janeiro continua sendo considerada uma “âncora” para o País, levando-o para baixo e impedindo resultados melhores. Um dos destinos mais famosos do mundo, na percepção do estrangeiro quando o assunto é Brasil, lidera o corte de vagas de trabalho nas atividades turísticas. Desde o ano passado, já são mais de 20 mil postos diretos ou indiretos cortados por conta da crise econômica e de segurança que assola a cidade.

Segundo Junior, a leitura dada a pesquisa é que o impacto da crise e o corte de postos de trabalho começou em 2015 e s estendeu até 2017. Em 2018, voltou a piorar após a paralisação nacional de caminhoneiros deflagrada em maio. A greve durou mais de dez dias e só foi encerrada depois um acordo com a categoria feito pelo governo.

A programação foi encerrada com um coquetel e uma homenagem ao ex-presidente Antonio Oliveira Santos.

Veja abaixo fotos da reunião e do coquetel da Cetur.
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