Com ano atípico, Queensberry confia em bons resultados

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Emerson Souza
Eby Piaskowy e Teresa Thoma, diretora de Marketing e diretora do Departamento de Excursões, respectivamente
Eby Piaskowy e Teresa Thoma, diretora de Marketing e diretora do Departamento de Excursões, respectivamente

O ano pode ser mais atípico que os demais — marcado tanto pela Copa do Mundo da Fifa quanto pelo resultado incerto da próxima eleição —, porém, para a Queenberry Viagens, o primeiro semestre obteve um resultado satisfatório nas vendas e reservas, e o segundo, virá esperançoso.

Por enquanto, a operadora mantém o mesmo panorama apresentado há pouco mais de dois meses, na ILTM Latin America: o ano passado foi encerrado com uma alta de 70% das reservas em relação ao anterior; e em 2018, a expectativa é de manter números semelhantes, com crescimentos não tão expressivos se comparado com 2017. O que, para a diretora de Marketing da operadora, Eby Piaskowy, é justificável.

“O que realmente marcou a decisão de compra dos viajantes brasileiros foi a oscilação do câmbio, pegando muita gente de surpresa com as altas do dólar e do euro”, explica Eby, durante o lançamento do caderno Grupos Brasileiros no Mundo para a baixa temporada 2018/2019.

Segundo ela, apesar de receoso, o viajante de luxo não deixou de viajar, mesmo em momentos em que a recessão econômica teve mais impactos, como entre 2015 e 2016. Mesmo que turbulento, para Eby, este ano prossegue com perspectivas positivas.

“O brasileiro se adapta mais facilmente perante às adversidades. Recentemente, ele se surpreendeu com as altas do dólar, porém, uma vez que a moeda se estabilizou, ele já assimilou os novos preços e custos e continua a preparar as suas viagens”, salienta.

Em relação aos roteiros, a diretora do Departamento de Excursões da Queensberry, Teresa Thoma, revela que as preferências mantêm-se consolidadas entre África do Sul e Austrália, acompanhando, porém, algumas tendências. “As novidades que o novo caderno GBM trouxe para este ano não precisaram passar por adaptações por conta do momento econômico. Quem realmente está disposto a viajar, encontrará meios para efetivar essa vontade”, pontua.
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