Após altos e baixos, vendas para Orlando ficam estáveis no ano

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Emerson Souza
Jane Terra, do Visit Orlando, avalia o ano como estável nas vendas para o destino
Jane Terra, do Visit Orlando, avalia o ano como estável nas vendas para o destino

Nem em alta nem em queda: as vendas das operadoras brasileiras para Orlando, um dos destinos preferidos entre viajantes nacionais nos Estados Unidos, ficaram estáveis no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado.

De acordo com a representante do Visit Orlando no Brasil, Jane Terra, isso é reflexo de um ano que viu as vendas para o destino crescerem nos primeiros três meses, na faixa de 10% a 15% entre as operadoras, mas manterem-se estáveis, ou até caírem, no segundo trimestre do ano.

"Depois da alta do primeiro trimestre, no segundo vimos que a maioria das operadoras manteve um número próximo do ano passado, com poucas quedas, nada maior que 10%. Isso deixa o primeiro semestre estável na comparação ano a ano, talvez com um pouco de crescimento", avalia Jane, que representa o destino pela sua empresa J Terra Consultoria.

CONFIANÇA PÓS-ELEIÇÕES
Um dos perigos observados pela executiva são as seguidas altas do dólar neste ano, visto que nesta terça-feira (21) a desvalorização do real em relação ao dólar alcançou um patamar que não era visto desde março de 2016 - bateu os R$ 4, e permanece acima disso até o momento.

Para Jane Terra, porém, isso acontece principalmente devido à corrida eleitoral pela presidência do Brasil, e quando algum dos candidatos finalmente ser confirmado como próximo presidente, a situação deve se acalmar.

"O mercado fica muito ansioso com o que vai acontecer, pois ninguém sabe, é uma incerteza que faz tanto empresas quanto viajantes controlarem os gastos, principalmente em viagens de lazer, nosso forte. Mas acho que assim que iso acabar [passarem as eleições], a situação deve se tranquilizar bastante", resume a representante do Visit Orlando no Brasil.


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