CVC Corp: digitalização é uma aposta necessária, diz CEO

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Leonel Andrade, CEO da CVC Corp
Leonel Andrade, CEO da CVC Corp
Próxima de alcançar 45% do volume de vendas pré-pandemia
, a CVC Corp foca no seu planejamento estratégico de longo prazo para se consolidar como a única companhia omnichannel do Turismo brasileiro. Apesar dos desafios internos e dos impactos causados pela pandemia de covid-19, o grupo permanece 100% operacional em função e trabalha para agilizar os processos por meio da digitalização e focar nos clientes em todas os ciclos da jornada.

Completando seis meses no cargo, o CEO da CVC Corp, Leonel Andrade, divide o seu período de atuação em quatro fases - marcadas por desafios e transformações. “Assim que cheguei, em abril, estávamos no auge da pandemia e tivemos que direcionar o foco para as pessoas para garantir que elas voltassem para suas casas. Em seguida, focamos no caixa para sobreviver ao período crítico. A terceira fase foi a de garantir a governança, pois tínhamos uma série de pendências que precisavam ser aprimoradas internamente. Agora estamos entrando na fase da retomada com a empresa totalmente operacional”, disse em encontro promovido pelo Think Tank Mobilidade, criado por Oskar Kedor e Ricardo Ferreira, nesta sexta-feira (2).

NOVAS OPORTUNIDADES NO PÓS-PANDEMIA

Para Andrade, além de focar na retomada, é necessário ter um olhar a médio e longo prazo, especialmente quando se trata de olhar para o cliente. Como parte do planejamento estratégico, o grupo planeja fazer uma revisão completa de todos os processos, arquiteturas de marcas e do modelo de remuneração dos funcionários, além de continuar expandindo o segmento de hospedagens de aluguel e desenvolver a pauta da sustentabilidade junto aos colaboradores em 2021.

A aposta na digitalização também é considerada um desafio, mas necessária, segundo o CEO. “Com o diferencial competitivo que temos, pretendemos continuar com as lojas físicas, mas também podemos esperar uma CVC muito mais on-line. Temos a chance de construir as duas coisas juntas, até para tornar as lojas mais competitivas, mas o primeiro passo é olhar para o cliente”, afirma.

Em relação à retomada, a CVC continua apostando no doméstico como seu principal expoente. “Não vamos forçar uma demanda que não existe. Temos que colocar nossos esforços no segmento que está voltando a crescer e na eficiência operacional”, ressaltou Andrade. “Já implementamos áreas de governança, ouvidoria, qualidade e unidade de clientes. Mas ainda temos um dever de casa muito grande e não adianta lutarmos contra a maré. Acredito que vamos encerrar o ano com um ticket médio muito próximo ao de um ano atrás”, completou.
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