Operadoras que contratam durante a crise: quais são as estratégias?

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A crise provocada pela pandemia de covid-19 fez muitas empresas de Viagens e Turismo colocarem o pé no freio, com boa parte delas sem outra alternativa a não ser enxugar o quadro de colaboradores. Consequentemente, essas demissões elevaram o nível dos profissionais disponíveis no mercado e, atentas à disponibilidade desses talentos, houve, por outro lado, operadoras que viram aí uma boa oportunidade de investir.

A Revista PANROTAS desta semana destaca quatro desses casos: Cativa Operadora, Diversa Turismo, Incomum Operadora e Orinter Tour & Travel. Cada uma com um propósito e uma estratégia sobre à mesa, mas todas com a retomada no horizonte, acreditando na possibilidade real de uma soltura intensa e veloz da demanda hoje reprimida.

“Não estamos fazendo loucura. Não estamos dando tiro no escuro. Tudo é baseado em perspectiva. Nós não contrataríamos se não houvesse uma demanda palpável por vir”, ilustra o diretor da Orinter, Roberto Sanches.

Assim que enxergou melhores perspectivas futuras, a Diversa Turismo, do Grupo Arbo, foi ao mercado e contratou talentos dos quais muitos têm um passado na MMTGapnet, que por sua vez domina o currículo de vários dos profissionais hoje atuantes na operadora de três anos.

Dentre essas contratações está a de um diretor comercial. Hugo Lagares assinou com a Diversa em 2021. “A grande maioria dos funcionários desligados pela Diversa no início da pandemia foi recontratada, além de pessoas novas, como é o meu caso. Só nesse ano foram dez contratações. Talentos nas áreas comercial, operacional e de atendimento. Esse é só começo. A operadora ainda é nova e está investindo em inovações, que virão conforme atacamos em novos nichos e atraímos mais agências.”

Do Sul do País, Cativa e Incomum, ambas com mais de duas décadas, também chamara atenção pelas contratações e expansão. As duas operadoras já tinham os planos de expansão à mesa antes da pandemia e, apesar do sinal de alerta acendido pela crise, os projetos continuaram.

“Identificamos que algumas operadoras acabaram fechando ou tendo dificuldade por conta da pandemia e é muito mais confortável iniciar uma expansão com profissionais experientes, que já conhecem os agentes de viagens das praças às quais miramos”, explica o diretor geral da Cativa Operadora, Marcelo Adams, que neste período adicionou mais de 50 reforços ao seu plantel.

Já a Incomum viu um aumento da ordem de 10% em agências de viagens ativas em seu sistema durante a pandemia, período no qual a operadora abriu bases em Minas Gerais, São Paulo, Norte e Nordeste, para se somar aos já existentes Florianópolis (matriz), Porto Alegre, Blumenau, Joinville e Curitiba. “Em todos esses locais abrimos com escritório próprio, não apenas home office, à exceção de São Paulo, onde ainda vamos abrir uma base física em breve”, afirma a executiva de Inteligência Estratégica Marília Zázzera de Melo.

Na Revista PANROTAS você confere a reportagem completa sobre as operadoras que contrataram durante a pandemia. Leia na íntegra:






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