E-Commerce de Turismo cai 63% devido à pandemia; veja dados

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Turismo on-line teve severo impacto durante pandemia de covid-19
Turismo on-line teve severo impacto durante pandemia de covid-19
As agências de viagens on-line, canais de vendas diretos das companhias aéreas e sites de hospedagem na internet caíram 63% no Brasil nos sete primeiros meses de 2020 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados são do Relatório Setores do E-Commerce no Brasil, feito pela consultoria Conversion.

Outros índices apontam que o setor de E-Commerce no Turismo diminuiu 56% no Brasil em julho em relação ao início da pandemia, e o setor teve retração de 69% em relação a janeiro.

Na comparação com outros setores que atuam on-line, como Comidas & Bebidas, Casa & Móveis, Pets, Eletrônicos & Eletrodomésticos, Moda & Acessórios, Cosméticos, Esportes e Farmácia & Saúde, o Turismo foi o setor de maior queda. Os cinco primeiros, aliás, tiveram alta de acessos durante a pandemia.

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Recorte de Turismo do estudo da Conversion
Recorte de Turismo do estudo da Conversion
Entretanto, índices positivos já começaram a aparecer em agosto. No oitavo mês do ano, o E-Commerce de viagens apresentou alta de 30% em relação a julho de 2020. Além disso, o Turismo passou a ser o setor on-line que mais cresce em mensalmente depois desde junho.

SITES MAIS ACESSADOS
Em ordem, os sites de Turismo mais acessado durante julho foi Booking.com; 123milhas; Gol; Airbnb; Decolar; ClickBus; Latam; Hurb; Azul e ViajaNet.

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Recorte de Turismo do estudo da Conversion
Recorte de Turismo do estudo da Conversion
A Booking.com também liderava no pré-pandemia, com mais de 29 milhões de acessos mensais, mais do que o dobro de acessos da segunda colocada, a Decolar.

Já em julho, a Booking.com teve quase seis milhões de acessos, enquanto a Decolar teve pouco mais de três milhões.

METODOLOGIA
O estudo analisa o tráfego de 216 dos maiores sites do Brasil, com um total de 15 categorias, sendo que para cada uma delas apresentando o mínimo de dez sites.

Os dados se referem a acessos, e não a conversão em compras, receita, lucro ou algo similar. As fontes de dado de audiência são SimilarWeb e SEMRush.
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