Flexibilidade e preços atrativos: dicas de venda nos feriados

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Tendência de home office longe de casa pode seguir e até se intensificar ao longo de 2021
Tendência de home office longe de casa pode seguir e até se intensificar ao longo de 2021
A FecomercioSP recomenda que, para que o impacto da pandemia não seja tão intenso aos profissionais de Turismo em 2021, os empresários do setor deem mais atenção ao tipo de demanda que o período de pandemia exige: famílias que queiram se deslocar, mas cujos membros vão continuar trabalhando em regime home office e procuram por lugares com distanciamento social.

Para ir ao encontro deste perfil, os especialistas da federação orientam que as vendas contemplem estadas flexíveis e tarifas mais atrativas.

O contexto no qual a FecomercioSP faz essas recomendações é o dos feriados nacionais em 2021. No calendário oficial de 2021 constam 12 deles. Embora os setores de serviços e Turismo vejam com otimismo um ano repleto de feriados, a federação estima que o varejo brasileiro deixará de faturar R$ 15,8 bilhões com as datas. O montante representa 0,8% de tudo o que o setor vende ao longo de um ano – que, por sua vez, é praticamente o mesmo que ficar três dias completamente fechado.

De acordo com a FecomercioSP, o comércio terá mais perdas financeiras com os feriados e pontes neste ano do que as previstas no início de 2020, antes de a pandemia chegar ao País: a estimativa atual é 7,1% maior do que a do ano passado, na comparação dos montantes absolutos.

No entendimento da federação, o aumento das perdas se explicará pelas medidas de isolamento social e pelos novos hábitos – como o trabalho remoto, que, no caso do comércio, reduzem as chamadas “compras por impulso” (só possíveis quando as pessoas circulam por entre as lojas na ida e no regresso do trabalho, ou no horário de lazer).

Levando estes montantes em conta, os supermercados serão os mais atingidos pelos feriados deste ano: projeção de faturamento de R$ 8 bilhões a menos em comparação à projeção de 2020.

O varejo brasileiro deixará de faturar R$ 15,8 bilhões com os 12 feriados nacionais do calendário oficial de 2021, mostra um levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O montante representa 0,8% de tudo o que o setor vende ao longo de um ano – que, por sua vez, é praticamente o mesmo que ficar três dias completamente fechado.

O comércio terá mais perdas financeiras com os feriados e pontes neste ano do que as previstas no início de 2020, antes de a pandemia chegar ao País: a estimativa atual é 7,1% maior do que a do ano passado, na comparação dos montantes absolutos.

No entendimento da Federação, o aumento das perdas se explicará pelas medidas de isolamento social e pelos novos hábitos – como o trabalho remoto, que, no caso do comércio, reduzem as chamadas “compras por impulso” (só possíveis quando as pessoas circulam por entre as lojas na ida e no regresso do trabalho, ou no horário de lazer).

Levando estes montantes em conta, os supermercados serão os mais atingidos pelos feriados deste ano: projeção de faturamento de R$ 8 bilhões a menos em comparação à projeção de 2020.
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