Turismo da América do Norte atingirá níveis pré-covid até 2023

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O último Relatório de Impacto Econômico (Economic Impact Report – EIR) do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) revela que o setor de viagens e Turismo da América do Norte deverá crescer a uma taxa média anual de 3,9% na próxima década, superando a taxa de crescimento de 2% para o setor regional e atingindo US$ 3,1 trilhões em 2032.

Divulgação/Delta Air Lines
Dados são do Relatório de Impacto Econômico (Economic Impact Report - EIR) do WTTC
Dados são do Relatório de Impacto Econômico (Economic Impact Report - EIR) do WTTC
Publicado em parceria com a Oxford Economics, o estudo também prevê que viagens e Turismo na América do Norte deverão criar 9,5 milhões de novos empregos entre 2022 e 2032, com uma taxa média de crescimento anual de 3,7%.

O órgão projeta que este ano a recuperação continuará acelerando, com a contribuição do setor para o PIB crescendo 38,2% para atingir US$ 2,1 trilhões, com empregos aumentando 19%. O relatório também mostra que a recuperação econômica do setor está a caminho de atingir níveis pré-pandemia até 2023. A prosperidade do emprego não está muito atrás, com expectativas de atingir níveis pré-covid até 2024.

"A pandemia custou ao setor de viagens e Turismo da América do Norte impressionantes 8,85 milhões de empregos e quase US$ 1,1 trilhão em PIB em 2020. O teste de antígeno para cidadãos e visitantes dos EUA que retornam é redundante. Outras economias eliminaram todas as restrições e esta atual medida está retardando a recuperação dos EUA", diz a presidente e CEO do WTTC, Julia Simpson.

Em 2021, o PIB de viagens e Turismo permaneceu 33,7% abaixo dos níveis de 2019 em US$ 1,5 trilhão, em parte devido ao impacto da variante ômicron e dos países que restabeleceram severas restrições de viagem. Os EUA e o México lideraram as chegadas e partidas no ano passado, respectivamente, alimentando o ressurgimento do setor na América do Norte.

Antes da pandemia, a contribuição da indústria na região para a economia total foi de 8,9% (US$ 2,3 trilhões) em 2019, caindo para 5% (US$ 1,25 trilhão) em 2020 devido a quedas acentuadas nos gastos de visitantes internacionais e domésticos quando a pandemia estava em alta. As taxas de emprego sofreram um golpe igualmente devastador, com as contribuições caindo quase 35% entre 2019 e 2020.
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