MTur lança app para turistas com deficiências visual e auditiva

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O aplicativo foi desenvolvido para ampliar a presença de turistas com deficiência visual e auditiva no cenário doméstico
O aplicativo foi desenvolvido para ampliar a presença de turistas com deficiência visual e auditiva no cenário doméstico
O Ministério do Turismo apresentou na última quarta-feira (30), durante debate sobre Turismo acessível no Abav Collab, o aplicativo TATU (Tecnologia Assistiva no Turismo). A ferramenta, desenvolvida pelo MTur em parceria com a Universidade Federal de Alagoas, é destinado aos turistas com deficiência visual e auditiva e que usam os recursos de audiodescrição e de libras.

O TATU apresenta duas opções de perfis acessíveis para o usuário. No perfil para pessoas com deficiência visual é utilizado a tecnologia text-to-speech para melhorar a experiência do usuário e audiodescrições para descrever os itens do acervo de cada atração. No perfil para pessoas com deficiência auditiva, foram feitos vídeos com traduções para libras com o objetivo de proporcionar uma experiência completa de entendimento dos itens que os museus dispostos no TATU abarcam.

O debate contou com as participações de Rafaela Lehmann, coordenadora-geral de Turismo Responsável do Ministério do Turismo; Rodrigo Machado, diretor de políticas temáticas do Direito da Pessoa com Deficiência do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos; e Fábio Coutinho, professor adjunto do instituto de computação da Universidade Federal de Alagoas.

“O Ministério do Turismo realiza, historicamente, uma série de ações voltadas para incentivar e ampliar a presença do turista com deficiência no cenário doméstico”, explicou Rafaela. “Essa parceria com a universidade é mais um capítulo deste compromisso, que visa ampliar a acessibilidade dos nossos destinos além de representar um diferencial competitivo importante”, concluiu.

O aplicativo TATU tem como objetivo permitir que pessoas com deficiência auditiva ou visual visitem atrativos turísticos de forma fácil e autônoma por meio do GPS ou bluetooth. “Percebemos que era necessário ter uma usabilidade diferente para cada perfil de público e por isso as interfaces são personalizadas”, explicou o professor da universidade, Fábio Coutinho.
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