Beatriz Contelli   |   05/03/2026 16:29

Sita passa a usar localização compartilhada de passageiros para recuperar bagagens

Link gerado pelo passageiro pode ser compartilhado com a companhia e interrompido quando desejar


Divulgação/Air France
Recuperação de bagagens está se tornando mais transparente, afirma Sita
Recuperação de bagagens está se tornando mais transparente, afirma Sita

O compartilhamento da localização da bagagem pelos passageiros por meio de dispositivos pessoais está se tornando uma parte fundamental da recuperação de bagagens das companhias aéreas. À medida que mais viajantes optam por este recurso quando a mala está atrasada, as companhias aéreas podem usar essas informações dentro de seus sistemas de bagagem para resolver os casos mais rapidamente e reduzir perdas permanentes.

Para apoiar essa mudança, a Sita integrou o sistema de compartilhamento de localização de itens do Find Hub do Google ao WorldTracer, sistema global que as aéreas utilizam para localizar e reconciliar malas atrasadas e manuseadas incorretamente.

Quando um passageiro opta por compartilhar a localização de sua mala, as equipes da companhia aérea podem visualizar essas informações diretamente no WorldTracer para apoiar a recuperação. Isso muda a forma como as empresas lidam com uma mala atrasada ao adicionar uma fonte extra de informações de localização para apoiar a resolução do atraso. O novo sistema autorizado pelo passageiro acrescenta uma fonte adicional de visibilidade, ajudando as equipes a restringir áreas de busca e priorizar casos quando uma mala não chega conforme o esperado.

O processo permanece totalmente sob o controle do passageiro. Se uma mala estiver atrasada, o viajante pode gerar um link seguro no Find Hub e fornecê-lo à companhia aérea. O compartilhamento pode ser interrompido a qualquer momento e os links expiram automaticamente. Os dados de localização são criptografados, e somente o passageiro decide quem pode acessá-los e por quanto tempo.

“Quando uma mala está atrasada, a incerteza aumenta os custos de compensação, a pressão sobre o atendimento ao cliente e o risco reputacional. O que estamos vendo é uma transição do rastreamento manual para uma recuperação mais clara e baseada em dados. Quando os passageiros optam por compartilhar a localização de sua mala, as companhias aéreas obtêm informações no momento em que isso é mais importante. Isso reflete como a recuperação de bagagens está se tornando mais transparente, mais colaborativa e mais precisa", afirma a diretora de Portfólio e Bagagem da Sita, Nicole Hogg.

Quer receber notícias como essa, além das mais lidas da semana e a Revista PANROTAS gratuitamente?
Entre em nosso grupo de WhatsApp.

Tópicos relacionados

Foto de Beatriz Contelli

Conteúdos por

Beatriz Contelli

Beatriz Contelli tem 5677 conteúdos publicados no Portal PANROTAS. Confira!

Sobre o autor

Jornalista formada pela Anhembi Morumbi com pós-graduação em Política e Relações Internacionais pela FAAP. Entrou na PANROTAS em 2019, com foco especialmente em Branded Content, e, desde 2024, atua como repórter da redação.