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Marx Beltrão quer aproximação com países da Am. do Sul

Facebook/Marx Beltrão
O ministro do Turismo, Marx Beltrão
O ministro do Turismo, Marx Beltrão
Parcerias público-privadas e de cooperação internacional. Essa é a principal estratégia do ministro do Turismo, Marx Beltrão, para buscar o desenvolvimento da aviação brasileira nos próximos anos, no plano doméstico e global.

Alguns contatos nesse sentido, segundo ele, foram feitos durante a WTM Londres, ocorrida no início do mês. “Me reuni com o presidente do Conselho Mundial de Turismo e Viagem, David Scowsill, e falamos sobre a possibilidade de sediarmos, num futuro próximo, um fórum de debates internacional das autoridades de turismo das Américas para discutirmos mais sobre o fortalecimento e as tendências do setor. Vamos trabalhar para concretizar esse projeto”, prometeu Beltrão.

Para o ministro, uma grande oportunidade de buscar parcerias está no mercado regional, com os vizinhos sul-americanos. Beltrão lembrou o anúncio da Organização Mundial do Turismo de alta de 4% nas viagens internacionais, puxadas principalmente pelo turismo intrarregional. “A proximidade física e afinidades culturais são fatores importantes para incrementar do fluxo de turistas entre os países. Tanto que nossas pesquisas mostram que 54,2% dos turistas que visitaram o Brasil no ano passado são oriundos da América do Sul. Nosso grande desafio é ampliar a cooperação regional e trabalharmos em programas que estimulem o intercâmbio turístico entre os países da região”, aponta o ministro.

Um passo para a aproximação será a participação no Landings Latin America, evento que acontece dentro do International Brasil Air Show (Ibas) entre os dias 29 de março e 2 de abril do ano que vem, fruto de uma parceria entre a PANROTAS e a Sator.

INTERIORIZAÇÃO
Beltrão comentou também a possibilidade de criar novas rotas aéreas no Brasil. Para ele, embora haja um crescente interesse dos brasileiro em viajar e conhecer melhor o País, faltam as condições necessárias para isso. “Sabemos que o Brasil tem muito potencial para novas rotas aéreas, precisamos apenas de investimentos em infraestrutura aeroportuária para aumentar a oferta de voos nos destinos turísticos no país, adequando-os às realidades regionais e promovendo, assim, o crescimento do setor”.

Para trazer essa melhora, ele afirma que está buscando aproximação com empresas privadas e outras instâncias governamentais. “É um facilitador também para interiorizar o turismo, fazendo com que os visitantes internacionais tenham condições de conhecer o Brasil por inteiro, do litoral ao interior”, destacou.
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