Isenção de vistos deve estender a China, Índia e mais

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A liberação de vistos de Turismo para turistas de Austrália, Canadá, Estados Unidos e Japão deve injetar mais de R$ 1,4 bilhão na economia brasileira dentro de dois anos. As estimativas otimistas da Embratur para o curto prazo se apoiam na medida prevista no plano Brasil + Turismo, lançada semana passada pelo Ministério do Turismo, que deve ser implementada ao fim deste ano, ainda sem data marcada.

Divulgação/Pixabay
No ano passado, 849 mil turistas dos quatro países isentos visitaram o Brasil, número correspondente a 15% do total dos 6,6 milhões de estrangeiros que desembarcaram no País de janeiro a dezembro. Os visitantes deixaram R$ 539 milhões na economia.

Depois de levar essa facilidade para essas nações consideradas estratégicas, a dispensa do documento deve ser estendida para turistas de Arábia Saudita, Catar, China e Índia, adiantou a Embratur.

Ao fim deste ano, os visitantes de Austrália, Canadá, Estados Unidos e Japão poderão fazer todo o processo de solicitação pela internet, como o pagamento de taxas, análise, concessão e emissão do visto eletrônico. A previsão é que o procedimento dure 48 horas. A política de reciprocidade para o fim do documento, no entanto, não é discutida no momento pelas quatro nações beneficiadas.

HISTÓRICO
Durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, realizados entre julho e setembro, o governo brasileiro liberou temporariamente os vistos para a entrada de australianos, canadenses, estadunidenses e japoneses. Segundo números do Ministério do Turismo, houve aumento de 55,31% no número de estrangeiros com origem nesses destinos em comparação com 2015.

Hoje, o Brasil tem entendimentos bilaterais sobre isenção de vistos com cerca de 90 países.
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