AVIAÇÃO

Sita implantará embarque biométrico no Brasil em breve


Karina Cedeño
A gerente sênior de Marketing da Sita para as Américas, Cristiane Dart, e o diretor de Vendas da Sita no Brasil, Luiz Castanha
A gerente sênior de Marketing da Sita para as Américas, Cristiane Dart, e o diretor de Vendas da Sita no Brasil, Luiz Castanha
A Sita anunciou hoje que muito em breve o embarque biométrico estará disponível nos aeroportos brasileiros, tecnologia que já é utilizada em Miami e Orlando (EUA).

“Este será o início de uma jornada tecnológica maior e o próximo passo será garantir a troca de informações de forma segura entre os aeroportos, ou seja, o passageiro que tem o reconhecimento biométrico em Miami também o terá ao chegar no Brasil, e o envio de suas informações entre os dois aeroportos deverá ser feito de forma segura. Para garantir essa segurança, temos pensado em usar o blockchain”, conta o diretor de Vendas da Sita no Brasil, Luiz Castanha.

Recentemente a empresa lançou o serviço Scan & Fly, tecnologia de autoatendimento de bagagem para acelerar a experiência do passageiro, já disponível nos aeroportos de Guarulhos (SP) e Rio Galeão (RJ). A Gol foi a companhia aérea pioneira na adoção da tecnologia, e segundo Castanha já há outras aéreas interessadas na adoção da ferramenta. “Essa solução de despacho automático de bagagens era a última barreira que existia para a autonomia do passageiro brasileiro”, comenta o executivo.

Outra novidade é o blog Conexão Sita, que traz conteúdo em português produzido por especialistas da área. “O conteúdo é bastante atrativo, trazendo vídeos, pouco texto e uma linguagem mais simples”, conta a gerente sênior de Marketing da Sita para as Américas, Cristiane Dart.

MUDANÇAS POSITIVAS
Em relação ao mercado brasileiro, Castanha vê melhorias desde o final do ano passado. “Houve o aumento no volume de passageiros no internacional e também a retomada do doméstico. Também vejo de forma positiva a redução do ICMS sobre o combustível da aviação em São Paulo e esperamos que essa iniciativa seja replicada por outras regiões do Brasil”, comenta Castanha.

“O País está passando por grandes mudanças em relação às novas tecnologias e o governo já se mostra mais aberto às possibilidades disponíveis para o setor aéreo”, comenta o diretor de Vendas da Sita no Brasil.
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