NDC pode ser bastante explorado no setor de viagens corporativas

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O NDC vem aí e pode impactar o programa de viagens em vários aspectos, como na compra de serviços fragmentados, negociação com companhias aéreas, produtividade da TMC, customização do OBT, comportamento de compra e mais.

Emerson Souza
Thomas Comber, da American Airlines
Thomas Comber, da American Airlines
“Estamos vendo as companhias low cost chegando e as empresas tradicionais tendo de mudar, desafiando o status quo. O NDC é a tecnologia que proporciona outros produtos aos clientes finais e é a ferramenta que atinge o consumidor no ponto de venda que ele quer comprar”, diz o gerente de Distribuição Estratégica da American Airlines, Thomas Comber, durante sua palestra sobre o tema no Acte Academia Summit Campinas.

O novo padrão permite que tudo – bagagem extra, assentos diferenciados etc. – seja oferecido de maneira consistente, em um único ambiente. Possibilita também que os produtos sejam comparados com clareza e transparência, além de facilitar a dinâmica da agência e do cliente corporativo.

“No setor de viagens corporativas é onde podemos explorar bastante as possibilidades do NDC, oferecendo produtos dentro da oferta daquela tarifa. Não somente a tarifa aérea está sendo comprada, mas também dois ou três produtos que acabam ficando mais baratos do que se fossem adquiridos separadamente. Assim, passa a ser baseado não só no preço, mas no tipo, perfil da empresa e como ela quer comprar”, afirma.

A Iata tem o compromisso de 20% das emissões de bilhetes serem feitas por meio deste padrão até 2020. A dica de Comber é aproveitar o momento, ser curioso, trabalhar com as agências e fornecedores, pois agora é a hora de entender como o NDC pode afetar e melhorar a maneira como os clientes viajam.

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