EMPRESAS

Honda e Turkish contam case de tarifas aéreas fixas


Emerson Souza
Marina Shimada, da Honda, e Cristiano Ferri, da Turkish Airlines
Marina Shimada, da Honda, e Cristiano Ferri, da Turkish Airlines
Grandes grupos têm apostado em acordos diretos com as companhias aéreas para suas viagens corporativas. O objetivo é conseguir tarifas mais baixas e, dependendo da parceria, o negócio é comparado a um namoro ou casamento, como é o caso da Honda e Turkish Airlines.

Neste Acte Academia Summit Campinas 2019, a gestora de viagens da Honda, Marina Shimada, fala sobre o case da fabricante de automóveis e motocicletas com a companhia turca. Os dois grupos já chegaram, inclusive, a um preço fixo de tarifa para rotas ao Japão, mas até assinar este contrato o processo foi longo.

“Fechamos o acordo a quatro mãos: departamento de viagens, de compras, agência e companhia aérea. A princípio, já sabíamos para onde viajaremos mais, tanto no Brasil, que é Manaus, quanto no Exterior, com o Japão”, explica Marina.

“É comum existir uma resistência dos funcionários por não conhecer a empresa de aviação, mas 'devagarinho' e no ‘boca a boca’ eles passam para os colegas, o que nos dá volume. Sobre a negociação, analisamos se as rotas são interessantes para oferecermos um pacote de benefícios e descontos”, explica o executivo de Vendas da Turkish Airlines, Cristiano Ferri.

“O contrato nem sempre gera benefício logo de cara. Depois de um período, analisamos se o acordo está sendo benéfico ou há necessidade de modificá-lo. Sabemos isso apenas após meses de operação. É algo que parece simples, mas exige bastante trabalho. Não é algo no escuro, mas bastante estudado", completa.

A PANROTAS é media partner oficial do Acte Academia Summit.
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