GESTÃO DE VIAGENS

Como programa de fidelidade pode ajudar na gestão de viagens

Programas de fidelidade agradam não somente os passageiros a lazer, que podem comprar passagens com milhas aéreas, por exemplo, mas também atendem às demandas e necessidades dos viajantes corporativos.

“Os programas de milhagens estão no mercado e não tem como lutar contra isso. É preciso entender como usar esta ferramenta a favor, assim como a segurança e o conforto que eles trazem a quem viaja a trabalho. É importante saber o que esse grupo de viajantes dentro de uma empresa precisa e trabalhar em conjunto com a companhia aérea”, diz o diretor de Vendas para Brasil da Delta Air Lines, Rodrigo Sienra, durante o Elite Partner's Meeting 2019 da BCD Travel.

Emerson Souza
Soely Oliveira, da BCD Travel, Rodrigo Sienra, da Delta, Daniela Araújo, da Gol, Paulo Henrique Pires, da Localiza Hertz, Cristiane Silva, da Zoetis, e Helen Assis, da Air France-KLM
Soely Oliveira, da BCD Travel, Rodrigo Sienra, da Delta, Daniela Araújo, da Gol, Paulo Henrique Pires, da Localiza Hertz, Cristiane Silva, da Zoetis, e Helen Assis, da Air France-KLM
Os status nos programas de fidelidade oferecem uma série de benefícios que vão desde o acúmulo de milhas, até marcação de assento ou despacho de bagagem gratuito. Com a adoção das branded fares no Brasil, a compra de bilhetes mudou e muitos custos que não eram previstos surgiram. É neste sentido que um loyalty program é vantajoso para as empresas e seus colaboradores.

“Como aérea, acreditamos que isto é uma evolução no segmento, mas para o gestor acrescenta extras que antes não havia. No entanto, fazer parte de um programa ajuda a manter os custos da gestão sob controle neste panorama. O colaborador vai adquirir a passagem mais econômica e, sendo membro, terá a bagagem inclusa. Ter antecipação de voos sem custo, trazendo mais produtividade para aquele funcionário e ganhos para a companhia. As vantagens são para ambos os lados”, afirma a gerente executiva de Mercados Internacionais da Gol, Daniela Araújo.

Diante disso, o gestor de viagens precisa também comunicar seus viajantes sobre as possibilidades e vantagens de fazer parte de um programa do tipo. E este é um desafio que os profissionais enfrentam, juntamente com a falta de alinhamento com o RH, que precisa mostrar o valor que isso tem para o viajante.

“Com relação à gestão de viagens em si, acho que precisamos evoluir ainda no aspecto de mensurar os savings ocultos. Ao fazer acordos corporativos com as grandes empresas entendemos o nível de valor que entregamos. E existe mais valor ainda vindo de um programa de fidelidade que não capturamos”, conta a gerente regional de Suprimentos da Zoetis, Cristiane Silva.
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