Prazos de negociação longos prejudicam os hotéis

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Marluce Balbino
Phelipe Farah (HRS), Rosângela Gonçalves (Transamerica) e Marcela Silva (Roche) participaram do debate
Phelipe Farah (HRS), Rosângela Gonçalves (Transamerica) e Marcela Silva (Roche) participaram do debate
É fato que todo cliente que negocia viagens corporativas com os hotéis quer prazos mais estendidos para o pagamento, mas muitas vezes não é levado em conta o fato de que essas conversas podem resultar em grandes problemas para os hotéis.

“Essa é uma questão que tem sido bastante discutida na indústria. Considerando que o maior gasto de um hotel provém da mão de obra e é preciso pagar os funcionários a cada 30 dias, um prazo de 120 dias para o pagamento pode dificultar bastante a situação”, comenta a diretora comercial e de Marketing da rede Transamérica, Rosangela Gonçalves

“Hoje se fala muito de compliance dentro das empresas, mas é necessário colocar isso em prática e olhar os dois lados envolvidos. É preciso negociar prazos mais saudáveis”, comenta Rosângela.

A questão foi debatida durante o Corporate Lodging Forum da HRS, realizado no Palácio Tangará (SP).

A PANROTAS é media partner do Corporate Lodging Forum da HRS

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