Viagens de incentivo: definir o público para fazer a melhor entrega

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Uma campanha de viagem de incentivo não somente ajuda a empresa a alcançar seus resultados, sejam eles financeiros ou estratégicos, mas também é uma grande aliada para motivar um grupo de colaboradores, que depois repassarão a experiência para o restante da equipe. O tema foi discutido durante o Mice 2 Meeting, em São Paulo.

Emerson Souza
Hélio Brito Jr. (DMC Brazil), José Alexandre Gonçalves (Nestlé), Amanda Moraes (Ache), Rogério Miranda (Inteegra) e Roberta Nonis (Evento Único)
Hélio Brito Jr. (DMC Brazil), José Alexandre Gonçalves (Nestlé), Amanda Moraes (Ache), Rogério Miranda (Inteegra) e Roberta Nonis (Evento Único)
São muitas etapas e detalhes, por isso ela precisa ser muito bem elaborada e planejada, tanto pelo lado do cliente, quanto pela agência organizadora. E nesta questão a tecnologia é uma grande ajuda. Com os recursos tecnológicos, como plataformas específicas para a gestão de eventos e incentivos, é possível gerar uma infinidade de dados e informações que auxiliarão e vão potencializar as tomadas de decisão.

“Quando analisamos a questão de tecnologia, vemos que além de existirem várias, elas vêm sendo muito usadas em incentivo, principalmente na comunicação dessas campanhas. A ideia das ferramentas tecnológicas é ajudar no pré, durante e pós, observando o comportamento dos participantes dos incentivos”, explica o sócio fundador da Inteegra, Rogério Miranda.

Outra questão importante é o relacionamento da agência e a companhia a realizar a viagem de incentivo. É fundamental ter uma parceria entre as duas pontas para que a melhor experiência seja entregue ao grupo que viaja.

“Nós não teríamos capacidade de criar programas de incentivo de alta qualidade sem a ajuda da agência de viagens. E ela precisa conhecer o propósito da viagem, além de saber o que nós, como empresa, queremos atingir”, conta o head de Vendas de Atacados e Atacadistas na Nestlé, José Alexandre Gonçalves.

Como agência, no mercado de incentivos, onde a melhor experiência no menor custo é buscada, é preciso ter o time correto e pessoas motivadas, inclusive os fornecedores. Toda a cadeia produtiva tem de ser ouvida e o desapego é essencial para aceitar e escutar. A antecedência e planejamento ajudam a chegar no budget, briefing é o ponto fundamental e definir bem o público é primordial.

“Em incentivos, você precisa entender que existem as pessoas mais maduras e menos maduras em relação a viagens, ao quanto elas já viajaram. O cliente menos maduro quer compras, pontos turísticos, fará posts em redes sociais. O mais maduro quer um slow travel, algo educacional, fazer networking, participar do cotidiano local. Por isso é fundamental definir os viajantes para entregar o melhor programa e, assim, acertar nesta entrega”, afirma o CEO da DMC Brazil, Hélio Brito Jr.

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