Como a IA transformará o papel do gestor de viagens corporativas? Amadeus explica
Pesquisa aponta que adoção bem-sucedida da IA depende de bases de confiança, segurança e governança

As ferramentas de inteligência artificial estão prontas para remodelar as viagens corporativas, mas sua adoção bem-sucedida depende de bases sólidas de confiança, segurança e governança. Com sua implementação, o gestor deve se tornar muito mais estrategista. É o que aponta um novo relatório da Amadeus, que explora ferramentas que ajudam tanto o viajante como o gestor.
A pesquisa Orchestrating Success revela que, ao automatizar tarefas repetitivas — como lidar com dúvidas sobre políticas, aprovações e gestão de disrupção —, novas soluções impulsionadas por IA podem liberar os gestores de viagens para se concentrarem em previsão, gestão de riscos e bem-estar, aprofundando o valor que as viagens geram para as organizações.
No entanto, concretizar esse potencial depende da construção de bases confiáveis. As organizações que combinarem inovação com governança, segurança e supervisão robustas estarão melhor posicionadas para incorporar a próxima geração de experiências de viagens corporativas habilitadas pela IA.
IA cria oportunidades para que gestores de viagens se tornem estrategistas
A pesquisa destaca que o maior impacto da IA pode estar na evolução do papel do gestor de viagens corporativas. Em vez de atuarem como administradores de sistemas desconectados, eles estão cada vez mais posicionados para se tornarem os orquestradores de seus programas, combinando insights baseados em IA com julgamento humano para equilibrar custos, conformidade, dever de cuidado e resultados de negócios.
Com ferramentas de IA adotadas de forma mais profunda, gestores de viagens estarão mais bem equipados para adotar uma visão de longo prazo sobre a estratégia de viagens e desempenhar um papel mais influente dentro de suas organizações.
Na outra ponta: O que a IA entregará aos viajantes de negócios?
No futuro, ferramentas de IA serão capazes de reunir informações de toda a viagem para simplificar a experiência e liberar os viajantes para se concentrarem no trabalho em si. Mas como isso aconteceria? A pesquisa aponta:
- Detecção da intenção da viagem: ferramentas de IA reconhecem uma possível viagem em e-mails e calendários, sugerindo proativamente voos, hotéis e transporte adequados.
- Viagens touchless: reservas, pagamentos, recibos e solicitações de despesas fluem automaticamente entre sistemas conectados, para que os viajantes quase não precisem lidar com tarefas administrativas.
- Reserva por voz e híbrida: viajantes gerenciam viagens por voz ou texto em dispositivos móveis, desktop e ferramentas de colaboração, com cada alteração refletida em todos os canais.
O que vem a seguir para os gestores de viagens corporativas?
O relatório também destaca a próxima onda de ferramentas de IA que oferece aos gestores de viagens controle em tempo real e em linguagem natural, transformando a gestão de políticas de uma tarefa operacional em uma área estratégica. Como?
- Política dinâmica: ferramentas de IA monitoram eventos, demanda e disrupções em tempo real e recomendam ajustes temporários de política quando as condições mudam.
- Configuração automatizada: ferramentas de IA leem documentos de política e propõem automaticamente novas configurações de sistema, reduzindo o esforço de implementação e mantendo uma pessoa no processo de decisão.
- Integração da sustentabilidade: ferramentas de IA incorporam a pegada de carbono à decisão de reserva e ajudam gestores a alinhar viagens às metas de sustentabilidade, acompanhando seu progresso.