Luiz Felipe Simões   |   28/09/2026 08:48
Atualizada em 28/09/2026 09:00

VOLL lança plataforma com IA agêntica para gestão de viagens corporativas

Nova arquitetura combina agentes de IA e atuação humana, mantendo o gestor no controle da estratégia

Divulgação
Tela inicial da nova plataforma da VOLL, com sugestões personalizadas e acesso rápido a voos, hotéis e carros
Tela inicial da nova plataforma da VOLL, com sugestões personalizadas e acesso rápido a voos, hotéis e carros

A gestão de viagens corporativas ainda convive com processos que destoam da transformação digital já alcançados por outras áreas das empresas. Aprovações manuais, consultas a diferentes sistemas e intervenções humanas diante de imprevistos são parte da rotina.

A VOLL lançou sua nova plataforma que pretende mudar essa lógica, construída sobre uma arquitetura de IA agêntica capaz de interpretar contexto e executar tarefas sem depender de um novo comando a cada etapa.

Agentes de IA especializados, cada um com uma função clara

A nova arquitetura da VOLL organiza diferentes agentes de inteligência artificial, cada um responsável por uma parte específica da jornada. "Ela opera dentro de guardrails que não dependem do modelo se comportar. Segue a política da empresa, pede confirmação do viajante antes de qualquer coisa que envolva dinheiro e chama um humano quando a situação pede.Mais autonomia para a IA desenvolver o operacional, mais controle para a empresa e o gestor de viagens", explica Felipe Borges, sócio-diretor de Engenharia e Produto da VOLL.

Dados acessíveis com a inteligência artificial que o gestor já usa

A nova plataforma também adota o Model Context Protocol, conhecido como MCP, que conecta os dados de viagens da VOLL a assistentes de inteligência artificial já usados pelas empresas, como ChatGPT, Claude, Gemini e Copilot.

Na prática, um gestor pode perguntar diretamente ao assistente que já utiliza no dia a dia quanto a empresa gastou com determinada rota, ou como evoluiu o ticket médio de um período, sem precisar abrir um sistema à parte ou aguardar um relatório específico.

Autonomia configurável, decisão de cada empresa

O grau de automação fica a critério de cada empresa. Uma reserva recorrente, como um hotel que o colaborador sempre usa na mesma cidade, pode ser autorizada a acontecer automaticamente. Já uma viagem internacional mais complexa continua dependendo de decisão humana. Para o gestor, a pergunta deixa de ser "quanto automatizar" e passa a ser "onde a automação realmente ajuda, sem abrir mão do controle".

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Sobre o autor

Formado em Jornalismo pela ESPM-SP, Luiz Felipe Simões já atuou em diversas áreas da comunicação, da assessoria de imprensa às agências de publicidade. Com passagem pelo Estadão Investidor, o jornalista tem experiência na cobertura de temas como finanças e investimentos. Atualmente, é responsável pela produção de branded contents, pelas redes sociais e por algumas funções de repórter