Agente de viagens ou travel designer? Mariana Campbell tem a resposta

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Artur Luiz Andrade e Rodrigo Vieira entrevistam Mariana Campbell, da ChanceTour
Artur Luiz Andrade e Rodrigo Vieira entrevistam Mariana Campbell, da ChanceTour
Usar a tecnologia a seu favor. Usar as novidades de comunicação para o seu negócio. São conselhos que provavelmente nasceram na idade da pedra lascada. Mas a cada susto tecnológico eles voltam à tona.

Mariana Campbell, da Chance Tour, de São Paulo, tinha há 15 anos uma mega loja no Tatuapé, zona leste da capital paulista. Na pandemia, resolveu se reestruturar, ao constatar que a maioria dos clientes fieis já falavam com a agência via WhatsApp e outras redes sociais. Não era uma loja de passantes e sim de roteiros personalizados.

A empresária então foi para uma sala comercial, “escondida”, mas ainda com um local para os clientes que querem falar olho no olho, e investiu pesado no Instagram e na comunicação digital. Ela fez cursos, estudou, testou novidades e, maior guinada para ela, colocou sua própria cara, em sua conta pessoal, para falar de roteiros, produtos, dicas. É a palavra da especialista, da dona da agência, falando diretamente com seus clientes e com potenciais clientes.

Mariana se denomina travel designer e vê o virtual como um grande aliado para suas conquistas e para oferecer o melhor para o cliente antes, durante e depois da viagem. Ela também fala de como usa conteúdo disponível na internet para melhorar seu trabalho e como está sempre se aperfeiçoando, incluindo trocando ideias com outros agentes de viagens.

Personalização é o segredo do sucesso da ChanceTour e Mariana conta, aqui no Bastidores do Turismo como transformou sua empresa, suas atividades e sua forma de atuar, empurrada pela pandemia, mas pelas tendências do Turismo, que já vêm acelerando há alguns anos. "Quem não se atualizar, não se reciclar, acabará esquecido, ainda mais com tantas facilidades na internet para os consumidores", afirma.

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