Não vá aos EUA sem a consultoria de um agente, alerta especialista

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Parques lotados, atrações totalmente vendidas, capacidade máxima sendo atingidas em hotéis, locadoras sem carros disponíveis, ingressos esportivos já nas mãos dos torcedores... A demanda represada realmente existia, e viajar pelos Estados Unidos nas próximas semanas (até meses) é uma atividade diferente, mais exclusiva e mais cara neste início de retomada.

O que importa é: nos Estados Unidos a vacinação avançou, o índice de casos e mortes despencou e o Turismo está precisando de profissionais para atender ao viajante até pouco tempo "enclausurado". Uma das cidades mais turísticas do país, Orlando está 100% reaberta, privilégio que não se resume apenas ao destino da Flórida. Chicago, Nashville, Nova York e outras grandes cidades estão a todo vapor. Bares, hotéis, restaurantes, ginásios... Prepare-se, agente de viagens, pois sua consultoria será fundamental para o "novo Turismo" pós-pandemia nesse país tão procurado pelo brasileiro.

Esses são os testemunhos (e as dicas) das duas convidadas do Bastidores do Turismo desta semana. Diretamente da Flórida, a presidente do receptivo Go Pegasus, Claudia Menezes, e a recém-desembarcada Heloisa Prass, diretora de Marketing da PANROTAS, viveram, como profissional e turista, o que está sendo esse boom da retomada estadunidense.

"Você não pode sair sem estar com sua viagem planejada, senão pode chegar aqui e não ter o que fazer. Disney, e SeaWorld exigem reservas, enquanto a Universal também tem suas regras de datas específicas. Não existe mais aquele movimento de acordar e decidir para onde vai. Jogos de futebol americano, jogos de basquete, locação de veículos, eventos, grupos shows. As coisas mudaram e as próximas temporadas serão muito fortes", alerta Claudia Menezes.

"Leiam, dialoguem com seus parceiros, procurem informação on-line. Não dá mais para adivinhar nada. É preciso se refazer e quem dominar esse conhecimento fará a diferença. Agora é a hora do agente de viagens retomar o papel que ele tinha antes e fazer a diferença. É uma grande oportunidade que a crise está dando para mudar nossa história e voltar a adquirir esse espaço", completa a presidente do Go Pegasus.

"Os aeroportos estão normais. A vida está normal. Só senti diferença na agilidade do serviço. Em outros tempos, você era atendido em instantes e é visível o quanto isso mudou hoje. O setor de serviços foi afetado em restaurantes, em hotéis, em vários estabelecimentos", aponta Heloisa Prass. "Protocolos mudaram de maneira geral e quem estava acostumado a viajar nos Estados Unidos terá uma experiência diferente desde os pequenos detalhes."
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