Turismo de vacina para ela se tornou Turismo de oportunidade

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O que ficou conhecido como "Turismo de vacina", ela prefere chamar de "Turismo de oportunidade" ou "de alívio". Renata Schver, da Venice Turismo, de São Paulo, se aproveita de um público fiel que com ela e sua sócia adquire viagens há 35 anos para embarcar clientes a fim de se imunizar nos Estados Unidos, enquanto no Brasil a vacinação ainda estava (ou ainda está) em marcha lenta.

Em alguns meses, com o pico em maio, essa especialização aliviou o caixa da Venice Turismo. Renata, com sua irmã e sócia Andrea Schver, passaram a "vender quarentena" aos brasileiros impossibilitados de voar direto aos Estados Unidos devido às restrições de fronteiras. Famílias, casais e viajantes corporativos reservaram um "refúgio" pré-vacinação em países como México, Costa Rica, República Dominicana e outros, todos assessorados pelas agentes. E o volume de procura subiu de vez quando o "case" foi parar no The New York Times.

Quais foram as adaptações necessárias? Como a Venice se capacitou sobre um nicho tão repentino? Qual o tíquete médio de uma viagem de vacina? No Bastidores do Turismo desta semana, a consultora de roteiros personalizados fala sobre esses e outros assuntos, como os atributos necessários para uma operadora fornecer uma agência de luxo? Afinal, as agências de viagens realmente saem fortalecidas da crise?
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