Iata apoia reabertura da Europa a americanos vacinados

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Willie Walsh, diretor geral da Iata
Willie Walsh, diretor geral da Iata
A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) anuncia seu apoio à decisão da Comissão Europeia, que permite a entrada de turistas vacinados dos Estados Unidos. A presidente da comissão, Ursula von der Leyen, anunciou a medida no último domingo (25).

"Esse é um passo na direção certa. Dá esperança às pessoas por muitos motivos - para viajar, reunir-se com seus entes queridos, desenvolver oportunidades de negócios ou voltar ao trabalho. Para cumprir essa esperança, as intenções da Comissão Europeia são essenciais. Para estar totalmente preparado, é fundamental que a CE trabalhe com a indústria para que as companhias aéreas possam se planejar dentro dos parâmetros de referência e cronogramas de saúde público que permitirão viagens incondicionais para os vacinados, não apenas dos EUA, mas de todos os países que utilizam vacinas aprovadas pela Europpean Medicines Association", disse o diretor geral da Iata, Willie Walsh.

O diretor da associação também reforçou a importância dos certificados de vacinação para a indústria. "Igualmente críticos são os processos digitais claros, simples e seguros para certificados de vacinação. O Iata Travel Pass pode ajudar a indústria e os governos a gerenciar e verificar o status de vacinação, como faz com os certificados de teste. Mas ainda estamos aguardando o desenvolvimento de padrões mundialmente reconhecidos para certificados digitais de vacinas. Como primeiro passo, é essencial que a União Europeia acelere a adoção do Certificado Verde Europeu. Os comentários da presidente von der Leyen devem acrescentar urgência a este trabalho", ressaltou Walsh.

Embora apoie a decisão, a Iata ressalta que a liberdade de viajar não deve excluir aqueles que não podem ser vacinados e que a apresentação de resultados negativos do teste de covid-19 também deve facilitar a viagem. "A liberdade de viajar não deve se restringir apenas a quem tem acesso às vacinas. As vacinas não são a única forma de reabrir fronteiras com segurança. Os modelos de risco do governo também devem incluir o teste de covid-19", disse Walsh.
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