TECNOLOGIA

Lufthansa lança embarque biométrico no aeroporto de Miami


Divulgação/Sita
A Lufthansa introduziu câmeras de reconhecimento facial em seu portão de embarque no Aeroporto Internacional de Miami (EUA).

As câmeras fotografam os passageiros e os comparam com um banco de dados contendo a foto deles para determinar se devem ser aprovados para embarque. O processo é concluído em dois segundos e as imagens são provenientes de fotos enviadas anteriormente, vistos ou outros documentos de viagem.

A Sita, que fornece soluções de TI no setor de aviação e trabalhou com a Lufthansa no projeto, relatou anteriormente que 71% das companhias aéreas e 77% dos aeroportos estão planejando programas importantes ou pesquisas em biometria.

“O embarque biométrico é uma forma de viagem eficiente e livre de problemas, que ajuda a acelerar o processo de embarque e, ao mesmo tempo, aumenta a segurança. Estamos entusiasmados em sermos a companhia aérea pioneira a introduzir este avanço tecnológico no aeroporto de Miami”, afirma o diretor sênior de Gerenciamento de Produtos e Serviços Digitais da Lufthansa, Bjoern Becker.

Outras companhias aéreas seguem a mesma linha, como a Delta, que lançou seu terminal biométrico no aeroporto de Hartsfield-Jackson, em Atlanta (EUA), em novembro do ano passado. Os passageiros no terminal podem usar a tecnologia de reconhecimento facial no check-in, bag-drop, controle de passaporte e embarque, embora um passaporte e cartão de embarque ainda devam ser transportados.

O aeroporto internacional de Miami abriu uma instalação de entrada totalmente biométrica no Terminal E em fevereiro do ano passado e com isso diminuiu em até 80% o tempo de processamento para as companhias aéreas participantes.

O Reino Unido é outro local no qual mais companhias aéreas usarão biometria no próximo ano. Heathrow investiu 50 milhões de libras em um programa de biometria e a British Airways planeja usar a tecnologia em Londres e no aeroporto Gatwick.

Embora as companhias aéreas, os aeroportos e as agências de segurança ofereçam seus benefícios aos passageiros por meio de tempos de processamento mais rápidos, alguns passageiros acreditam que não foram devidamente consultados sobre o uso crescente de seus dados biométricos.


*Fonte: Business Traveller

conteúdo original: https://bit.ly/2DSWGCb
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