Casos da ômicron estarão estabilizados até fevereiro, diz especialista

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Scott Gottlieb, presidente do Sail Safe, conselho de Saúde e Bem-estar da NCL
Scott Gottlieb, presidente do Sail Safe, conselho de Saúde e Bem-estar da NCL
Hoje (13), a Norwegian Cruise Line realizou uma live para parceiros para abordar a situação atual da pandemia, a variante ômicron e o possível futuro do vírus. Para isso, Frank Del Rio, presidente e CEO da NCLH, convidou o Dr. Scott Gottlieb, ex-comissário da US Food and Drug Administration (FDA) e presidente do Conselho de Saúde e Bem-estar da NCL, chamado Sail Safe. A conversa foi moderada por Andrea DeMarco, diretora de Vendas e Marketing da Regent Seven Seas Cruises.

"Os últimos dois anos foram horríveis e 2022 não começou como queríamos, por isso tenho falado desde o começo da pandemia para sermos flexíveis e nos adaptar. Continuem a esperar pelo inesperado e se adaptem quando necessário", afirmou Del Rio, que reforçou os protocolos da companhia e a prioridade, que é a saúde e segurança da tripulação e hóspedes. "Nós simplesmente não tomaremos riscos quando se trata da nossa tripulação e dos nossos hóspedes", completou.

O CEO da NCLH também observou que a ômicron está muito transmissível, mas menos severa, ainda mais considerando que muitos já estão vacinados nos Estados Unidos. Del Rio também lamentou alguns cancelamentos que a empresa fez recentemente, mas acredita "que os cancelamentos recentes não afetarão nossas operações e planos de ter todos os navios operando até o final da primavera setentrional".

ÔMICRON

Então, Gottlieb foi convidado por Andrea a falar primeiramente sobre a recente onda de casos causada pela variante. O especialista afirmou que as altas taxas de vacinação impedirão que a nova cepa se espalhe como a delta, por exemplo, e que a janela de infecção desta onde será menor também. "O pico está sendo agora. Já é possível ver a redução de casos em alguns lugares. A epidemia está começando a dar seu pico e reduzir em intervalos menores devido às vacinas. Em fevereiro, poderá ser possível vermos taxas de contaminação baixas, com pessoas novamente recuperando a confiança em fazer planos para o futuro", afirmou.

EXPECTATIVAS POSITIVAS

"O futuro, pós-pandemia, certamente parecerá diferente do pré-covid, mas é difícil de saber exatamente como", afirmou Gottlieb. O presidente do Sail Safe citou pandemias passadas, observando que estas terminaram após dois a cinco anos. "Ainda não completamos dois anos de pandemia e, devido aos avanços científicos e tecnológicos, já temos vacinas disponíveis e cada vez menos óbitos", pontuou.

O especialista previu que a covid-19 seguirá em circulação, mas como uma doença ainda mais leve do que a gripe devido ao nível de imunização e aos recentes desenvolvimentos e mutações do vírus. Vacinas sendo desenvolvidas focando na prevenção da contaminação e não só na redução de casos graves em decorrência do vírus também ajudarão a frear a pandemia de uma vez por toda, segundo ele. "O vírus não dominará nossas vidas no futuro como dominou nos últimos dois anos", concluiu.

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