Nova Zelândia observa maior conservação da natureza no lockdown

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Durante o período de lockdown implantado na Nova Zelândia, pássaros locais mudaram de comportamento e começaram a aparecer nas cidades e até nas residências dos neozelandeses. Enquanto as medidas de restrição de circulação estavam vigentes, um trabalho de conservação para proteger espécies nativas do país continuou sendo realizado.
Reprodução
O país abriga mais de 100 espécies de aves, sendo 93 delas nativas, e conta com um dos maiores departamentos de conservação do mundo
O país abriga mais de 100 espécies de aves, sendo 93 delas nativas, e conta com um dos maiores departamentos de conservação do mundo
Para manter a sobrevivência da espécie tuturuatu, uma das mais ameaçados de extinção, foram autorizados a viajar de avião cinco pássaros jovens, que são parte dos 250 restantes no país, para uma missão considerada essencial pelo Departamento de Conservação. Os pássaros foram transferidos para o santuário de Zealandia, que já reintroduziu 18 espécies de animais selvagens nativos de volta à área.

A diretora-chefe do santuário, Ellen Irwin, sugere que não necessariamente só os pássaros tenham mudado de comportamento, mas também as pessoas. "Com a vida mais silenciosa e lenta, é possível que as pessoas também estejam desacelerando e percebendo mais os pássaros e a natureza. Talvez eles tenham estado sempre por lá, mas só agora conseguimos vê-los", comenta Irwin.

A Nova Zelândia abriga 168 espécies de aves, sendo 93 delas nativas. Um quarto dos pássaros por lá não são encontrados em nenhum outro lugar do mundo.
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