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Mesmo com incertezas, Sea World 'dribla' crise brasileira

Marcos Martins
Mauricio Alexandre, do Sea World/Imaginadora e Lisha Duarte, do Sea World
Mauricio Alexandre, do Sea World/Imaginadora e Lisha Duarte, do Sea World
A Sea World Parks & Entertainment revelou mais detalhes de suas próximas atrações, durante evento com o trade em São Paulo. A primeira delas é a nova montanha-russa, chamada Tigris, que será inaugurada no segundo trimestre do próximo ano, no Busch Gardens Tampa Bay.

A segunda delas, programada também para 2019, é uma nova área temática da Vila Sésamo no Sea World Orlando. O espaço ocupará a antiga Happy Harbor, que já está em obras para receber a Sesame Street, dedicada especialmente às crianças. Haverá lugares como o jardim da Abby Cadabby, loja do Mr. Hooper e ninho do Big Bird, além da escadaria da casa número 123.

“Os parques temáticos vivem muito em função das novidades, principalmente na Flórida, que é o maior polo mundial desse tipo de atração. Toda vez que existe algo novo, as pessoas querem conhecer, mas também aproveitam a oportunidade para rever o que já funcionava”, afirma o diretor de Vendas e Marketing do Sea World/Imaginadora no Brasil, Mauricio Alexandre, ao Portal PANROTAS. Foi adiantado também que o Busch Gardens Tampa Bay estreará em 2020 uma nova atração radical na área da Gwazi.
Divulgação
Vila Sésamo é uma das apostas
Vila Sésamo é uma das apostas

O executivo da Imaginadora, que representa o grupo no País, revela que o mercado brasileiro continua em destaque, apesar do momento conturbado. “O cenário político e econômico faz com que as compras, principalmente dos ingressos, sejam de último minuto. No geral, temos um ano bom apesar das dificuldades. Os brasileiros são muito aficionados com os parques de Orlando e, cada vez mais, temos voos diretos ao destino, algo que impulsiona o negócio e nos surpreende, positivamente.”

SUPORTE GLOBAL
Além das atrações de entretenimento, o Sea World tem investido pesado no apoio às instituições globais que atuam na preservação do meio ambiente. Nos últimos anos, o grupo estima que foram resgatados mais de 33 mil animais.

“Contribuímos com recursos para 1,2 mil organizações do mundo inteiro, incluindo América do Norte, África, Europa, China e América do Sul, sendo que aqui no Brasil atuamos junto com o Projeto Tamar. O objetivo é ajudar as entidades não apenas financeiramente, para criar centros de visitantes e infraestrutura, mas também com recursos humanos e conhecimento dos nossos pesquisadores, algo que agiliza os projetos”, reforça a diretora de Marketing de Vendas do Sea World Parks & Entertainment, Lisha Duarte.
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