Sinergia entre Best Western e WorldHotels começa a aparecer

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Emerson Souza
Sandra Roscito, da WorldHotels, com Matt Teixeira, Karen Schmidt e Viviane Amadei, da Best Western. Todos agora do BWH Hotel Group
Sandra Roscito, da WorldHotels, com Matt Teixeira, Karen Schmidt e Viviane Amadei, da Best Western. Todos agora do BWH Hotel Group

Começam a ser notados os primeiros impactos da aquisição da WorldHotels pela rede Best Western. Em evento na capital paulista, operadoras e agências de alto padrão foram introduzidas à nova marca BWH Hotel Group, que compreende o portfólio da rede norte-americana e seus hotéis midscale somado à seleção de propriedades quatro e cinco estrelas da marca comprada em fevereiro deste ano. São só os primeiros passos.

Anfitrião do evento, o diretor global de Vendas da Best Western, Matt Teixeira, comemora a oferta diversificada e afirma que a empresa agora realmente tem um hotel para todas as ocasiões. "Para nós, que sempre fomos muito focados no cliente, isso é muito importante. Convido todo o trade brasileiro a fazer parte desta história. Oferecer propriedades diferenciadas em termos de serviço, amenidades, experiências e destinos", afirma o diretor. Forte principalmente em Estados Unidos e Europa, a Best Western ganha maior presença na Ásia após a aquisição da WorldHotels. "Mas além dessa maior presença, também damos mais opções de acomodação em destinos consolidados, como é o caso de Nova York, São Francisco e Paris, cidades em que já tínhamos oferta consolidada e ampliamos com hotéis e resorts quatro e cinco estrelas."

Já a WorldHotels comemora a maior robustez que a rede de 73 anos, mais de quatro mil propriedades e 13 bandeiras trouxe à empresa. Com 21 anos de casa, a diretora de Vendas do grupo para o Brasil, Sandra Roscito, afirma que aos poucos começa a sentir as mudanças. "Novos projetos, novas iniciativas, sinergia e alto poder de investimento", afirma ela, quando perguntada sobre as principais vantagens da compra da Best Western. "O viajante corporativo sai ganhando porque terá acomodações para os profissionais de base até o C-Level. O de lazer também sai favorecido pelo maior número de localizações e oferta de apartamentos", conclui Sandra, também presente no jantar.

Por ora, os canais de venda seguem separados. No Brasil, Sandra continua à frente das vendas dos mais de 300 hotéis WorldHotels Collection, feitas por meio de GDS, enquanto a Best Western também segue com seus canais independentes, e tem nas figuras de Karen Schmidt, recém-promovida, e Viviane Amadei, suas líderes comerciais no País.

O BWH Hotel Group ainda conta com o Sure Stay by Best Western, para os mercados classic economy, premium economy e lower midscale.

JULIANA, COVA E SANCTUARY


Emerson Souza
Sandra Roscito, da WorldHotels, Simon Sin, do Cova Hotel, Guillaume Marchand, do Juliana Paris, Bertin Salas, do Besi Solutions, Viviane Amadei e Karen Schmidt, da Best Western, Regina Gonzalez, do Sanctuary, e Matt Teixeira, da Best Western
Sandra Roscito, da WorldHotels, Simon Sin, do Cova Hotel, Guillaume Marchand, do Juliana Paris, Bertin Salas, do Besi Solutions, Viviane Amadei e Karen Schmidt, da Best Western, Regina Gonzalez, do Sanctuary, e Matt Teixeira, da Best Western
A ocasião foi propícia para mostrar aos agentes e operadores presentes a proposta de três hotéis do portfólio WorldHotels que estão no Brasil para roadshow em São Paulo (dias 29 e 30), Curitiba (dia 31) e Rio de Janeiro (dias 1º e 2 de agosto).

Estreante em eventos no nosso mercado, o Juliana é um quatro estrelas de Paris que tem como destaque sua localização, em St. Germain, próximo à Torre Eiffel, em um bairro residencial e arborizado. "Em nosso hotel, ninguém fica sem resposta. O agente de viagens tem todas suas dúvidas resolvidas com nossa equipe, enquanto o hóspede pode ter tudo às suas mãos com os concierges, incluindo profissionais que falam em português nativo e entendem suas exigências", afirma o gerente Guillaume Marchand. O hotel butique é repleto de arte e conta com obras de artistas como Murano e Duchamp, de coleção do proprietário. São 40 acomodações em um hotel de quatro anos.

Cova é abreviação para "conforto e valor" (veja no vídeo). O custo-benefício é o grande argumento para vender este hotel em São Francisco, também de propriedade familiar. Enquanto os hotéis quatro estrelas da cidade têm um custo médio de US$ 400 por noite, o Cova cobra de US$ 200 a US$ 250. Segundo o gerente geral e diretor de Vendas do hotel, Simon Sin, o hóspede do Cova tem um serviço de primeira. "Nós treinamos o staff com a missão de resolver todos os problemas dos clientes. Entre nossos serviços, temos um shuttle que leva o cliente aos principais pontos da cidade, de compra à cultura, de pontos históricos às melhores vistas, o levando de volta ao hotel. Isso sem contar a recepção com vinho todos os dias. Soma-se a isso wi-fi e café da manhã. Nenhum desses serviços tem custo adicional."

A uma quadra da Times Square, o Sanctuary trabalha forte no Brasil para levar o viajante principalmente no verão do hemisfério sul, quando é baixa temporada em Nova York. A localização é o que o brasileiro mais ama neste quatro estrelas da Big Apple. A ampla oferta do hotel também é um trunfo. "Recebemos brasileiros de todos os perfis, desde o viajante a negócios às famílias, dos casais aos solteiros... Temos cinco categorias de hospedagem, o que dá essa flexibilidade", conta a gerente de Vendas e Eventos do hotel, Regina Gonzalez. O Sanctuary foi aberto em 2011 e conta com 113 apartamentos, além de dois restaurantes e um rooftop convidativo.

Para saber mais sobre esses e outros hotéis WorldHotels, procure Sandra no sroscito@worldhotels.om
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