Malai Manso reabre e já sente a demanda do público regional

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Divulgação
Malai Manso Resort, na Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso
Malai Manso Resort, na Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso
O Malai Manso é mais um resort brasileiro a retomar as atividades. Após mais de 60 dias com as portas fechadas, o empreendimento mato-grossense reabriu neste mês garantindo uma série de medidas de prevenção e cuidados contra a proliferação da covid-19 entre funcionários e hóspedes. A redução da capacidade do resort em 50% é só uma delas.

Dispositivos com álcool em gel estão postos em diversos ambientes do resort, o sistema de alimentação foi readequado, a limpeza das áreas comuns e em pontos críticos como corrimãos, maçanetas e interruptores também foi reforçada, o fechamento do spa, entre outras medidas já estão funcionando no Malai Manso.

Filip Calixto
Ricardo Gouveia, diretor de Vendas e Marketing do Malai Manso
Ricardo Gouveia, diretor de Vendas e Marketing do Malai Manso
Muito embora o resort tenha acabado de reabrir, já há motivos para comemorar. Para o diretor de Vendas e Marketing do Malai Manso, Ricardo Gouveia, e o diretor de Operações, Tiago Cabau, "o pior já passou", e as vendas para o feriado de Corpus Christi, nesta semana, e para as férias de julho, surpreendem. Eles contam que a estratégia para a recuperação é atrair o próprio cliente mato-grossense, não só porque as viagens regionais devem conduzir a retomada, o que é tendência no mundo inteiro, mas também porque esse já é o público mais fiel do empreendimento desde 2016, quando inaugurado.

Veja o que os executivos dizem na entrevista exclusiva do Portal PANROTAS.

PORTAL PANROTAS - Quais são as principais preocupações do Malai com essa retomada?
TIAGO CABAU - Preservação da saúde, integridade e bem-estar dos hóspedes e colaboradores, aliando essa segurança à qualidade dos serviços prestados para o público do resort. Foi com esse objetivo que adotamos uma série de medidas para a reabertura, como a limitação no número de apartamentos disponíveis, a disponibilização de álcool em gel em diversos ambientes e as readequações no sistema de alimentação, entre outras.

Tiago Cabau
Tiago Cabau

PANROTAS - Que público vocês pretendem alcançar neste início de reabertura?
RICARDO GOUVEIA - Desde sua abertura em agosto de 2016, o Malai teve como estratégia valorizar o mercado primário, nas regiões próximas ao resort, e com isso garantiu um público fiel nesses últimos anos. Esses hóspedes, que possuem meio de transporte próprio não dependem do aéreo, são fundamentais para nós, e serão ainda mais nesse momento em que a malha aérea está bastante reduzida. Neste último ano, 70% dos 140 mil hóspedes que recebemos eram mato-grossenses, e é esse mesmo público que queremos, em primeiro lugar, atrair nesta reabertura.

PANROTAS - Já há movimentação em vendas para esta reabertura?
GOUVEIA - Mesmo restringindo a disponibilidade de quartos (em 50%) para garantir o distanciamento social, percebemos uma boa movimentação, principalmente para o feriado de Corpus Christi, e as férias de julho. Isso nos deixa contentes e otimistas para o futuro.

PANROTAS - Como o resort assegurará a higiene e a saúde do hóspede?

CABAU - O resort está com um programa intensivo de adequação e aprimoramento dos processos internos de limpeza e sanitização dos ambientes. Os colaboradores passaram por um reforço em treinamentos técnicos, teóricos e práticos, para a implantação dessas novas medidas, que complementam os procedimentos de limpeza já existentes. Além disso, todos os cuidados adicionais que definimos para a reabertura do resort podem ser vistos pelo hóspede em um vídeo que criamos para informar o público, e que está disponível em nosso portal.

PANROTAS - Como o resort gerencia a crise, desde março?
CABAU - Foi necessário fazer uma série de readequações na operação e também nas projeções futuras. Desde o primeiro dia em que a covid-19 se tornou uma preocupação, fizemos constantes atualizações dos procedimentos operacionais, seguindo as orientações dos órgãos competentes, tanto para o cumprimento da legislação quanto para aplicação das boas práticas recomendadas pelo município e órgãos como Anvisa e OMS. Infelizmente, não houve como fugir da necessidade de fechar o resort temporariamente. Mas acreditamos que o pior já passou e, agora que estamos reabrindo, seguimos atentos às recomendações das autoridades e também observando a situação da pandemia, para programar nossos passos futuros.

Juliana Monaco
Um dos chalés do Malai Manso
Um dos chalés do Malai Manso

PANROTAS - Qual deve ser a abordagem do agente de viagens para vender Malai nesta reabertura?
GOUVEIA - O slogan “A Natureza Chama” que estamos utilizando na campanha de reabertura do Malai, vem ao encontro do que os viajantes procuram nesse momento tão delicado que estamos vivendo. O fato do Malai ter um uma área de 1,17 milhão de metros quadrados e um lago quase particular de 57 quilômetros de navegação proporciona um encontro com a natureza e torna nosso resort apropriado para uma hospedagem segura e sem aglomerações. Acreditamos que a vida ao ar livre é o grande mote para a retomada pós-covid-19, e que o Malai tem todas as qualidades para fazer o hóspede se sentir seguro.

PANROTAS – Vocês se aproveitaram do tempo fechado para mexer em algo na estrutura do resort?
CABAU - Mesmo com essa interrupção de dois meses na operação, o Malai não deixou de seguir com seus projetos. Neste período, aumentamos em 50% a nossa capacidade de produção de energia solar e mantivemos as obras do nosso centro de convenções, que tem previsão de inauguração para 1º de novembro de 2020. Ainda aproveitamos o período sem hóspedes para promover pequenas reformas em áreas do resort que precisavam de melhorias, como o acesso à piscina e outras áreas externas.
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