Hotelaria precisa de profissionais com habilidades emocionais

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PANROTAS / Emerson Souza
Thomas Dubaere, CEO da Accor na América do Sul
Thomas Dubaere, CEO da Accor na América do Sul
Tecnologia para facilitar e criar as experiências dos hóspedes, para substituir processos chatos e burocráticos (como check-in e check-out), para permitir mais liberdade e interação dos clientes dentro do hotel. E para que os funcionários possam explorar e exercer suas habilidades emocionais de forma mais intensa e constante.

Para o CEO da Accor na América do Sul, o belga Thomas Dubaere, essas habilidades emocionais dos profissionais da hotelaria serão mais demandadas nesse momento de retomada depois de uma pandemia. “O hoteleiro precisa ter paixão por servir e ajudar pessoas. A parte técnica pode ser ensinada e a tecnologia está aí para facilitar a jornada do hóspede, mas também o trabalho do hoteleiro. O profissional está mais livre para ser ele mesmo e mais hospitaleiro”, explicou.

Eliminar o check-in e o check-out tradicionais, ou seja, acabar com a recepção, um dos símbolos da hotelaria até então, é um exemplo de como se pode usar a tecnologia para melhorar a experiência (para hóspedes e colaboradores) e criar novos conceitos. Ao entrar no hotel pelo bar ou restaurante, a experiência do hóspede já começa em outro patamar.

O projeto de Mobilidade 360 dentro da Accor já começou e ainda este ano o modelo de hotel do futuro, já sem a recepção no lobby, será apresentado, tendo o Ibis Faria Lima como protótipo.

Leia entrevista completa com Thomas Dubaere na Revista PANROTAS desta semana. Clique aqui para ler no portal ou leia abaixo.
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