Vital Card e o seguro viagem do futuro

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Se há uma palavra à qual todo e qualquer seguro sempre estará conectado, é a palavra “futuro”. Contratamos seguros para nos protegermos de algo que poderá ou não ocorrer. Claro, seguros não evitam nem preveem ocorrências, mas preveem as necessidades que poderemos ter diante delas, nas quais geralmente não queremos pensar. Afinal, seja uma casa, um carro, uma viagem, ou o que quer que estejamos segurando, é a realização de um sonho, ou, no mínimo, um meio para realizá-lo.

Falando de viajante brasileiro, houve um tempo em que até quem estava na faixa B socioeconômica, passava anos poupando e planejando a viagem. Depois, o acesso a viajar para mais longe aumentou e com isso o tempo de planejamento diminuiu. E mais tarde, quem antes não viajava de avião dentro do país, passou a viajar inclusive para fora. A economia mudou, o mercado também, e o seguro viagem continuou sendo sempre o último item da lista, contratado nas vésperas, quando oferecido, geralmente pelo agente de viagens.
Revista PANROTAS
Diretor da Vital Card, Luciano Bonfim
Diretor da Vital Card, Luciano Bonfim
Diante dessa realidade, era preciso criar condições para que pudesse ser contratado em tempo recorde. A internet completava então 10 anos, quando o Vital Card chegou, já possibilitando a contratação 100% online. Algo ainda impensável, e que, portanto, trazia para o presente da época o que até um ano atrás ainda era futuro. O celular então tornou-se artigo de primeira necessidade, e em 2016 o Vital Card tomou o desafio para si e disponibilizou o acionamento via App e WhatsApp. Logo em 2019, lançou outra facilidade: a de solicitar reembolso também na palma da mão, 100% online, apenas tirando a foto dos documentos, ainda durante a viagem. O viajante chega muitas vezes a receber o reembolso antes mesmo da viagem acabar.

Até ocorrer o grande imprevisto que, desta vez, parou a viagem de todos, inclusive a própria possibilidade de viajar. Um imprevisto que desafia a noção de “futuro”, que hoje, pessoas e empresas não sabem predizer. Quebra paradigmas, e, novamente, causa mudanças no perfil de consumo. Mas desta vez, chega a mudar conceitos sobre vida e necessidades, pondo a segurança em primeiro lugar, porque, o que antes era um imprevisto distante, passou a ser percebido como possibilidade iminente. Com isso, agora queremos:

(1) Viajar logo para ver o lugar tão sonhado. Mas contratando em cima da hora ou podendo alterar a data, porque as regras estão mudando diariamente. Para isso o Vital Card continua 100% online.

(2) Ter atendimento evitando deslocamento e contato. Para isso o Vital Card passou a incluir, sem custo, em todos os planos, o serviço de consulta médica à distância, ou Telemedicina. Além de doença preexistente, prática de esporte amador, e gestante até a 32ª semana. (3) Como brasileiros expatriados, visitar a família no Brasil. O Vital Card lançou o Plano Receptivo.

(4) Como estrangeiros, vir ao Brasil passar férias. Mas há dúvidas se o seguro contratado no exterior terá as mesmas facilidades que um seguro local, diante da nova realidade. O Plano Receptivo do Vital Card também cobre estrangeiros no Brasil.

Mas, se por um lado a segurança foi posta em primeiro lugar, outras ocorrências igualmente cobertas pelo seguro viagem continuam na iminência de ocorrer, embora ainda sejam percebidas como possibilidades distantes. É o caso do atraso de bagagem; da assistência emergencial com cobertura médica para consulta, exames, internação, cirurgias e outros procedimentos, em caso de acidente durante a viagem; da passagem e estadia para um familiar acompanhar o viajante internado; do cancelamento da viagem ou retorno antecipado; e tantas coberturas e serviços que o viajante muitas vezes não se dá conta de que poderão ser necessários.

A atual dificuldade em predizer o futuro deveria nos tornar mais conscientes da importância do seguro viagem em todos os aspectos, não apenas o da saúde, que sim, claro, é o mais importante. Mas não é o único. Nestes 20 anos de mercado, com mais de 6 milhões de segurados, a Vital Card sabe, por experiência, que os menores imprevistos podem às vezes causar os maiores transtornos. E que não é preciso haver uma pandemia para que a viagem de alguém seja impedida ou adiada.

Aqueles que, ao longo destes 20 anos, precisaram acionar o Vital Card, sabem que nesses momentos, acionar na palma da mão uma assistência emergencial no seu idioma, não ter que desembolsar o custo de uma consulta, cirurgia ou internação, enfim, garantir assistência para quando se está em outras terras, muitas vezes sem conhecer ninguém no lugar, seja dentro ou fora do país, pode ser a diferença entre continuar ou não a viagem. Pode até mesmo ser a diferença entre continuar ou não a qualidade de vida, ou a própria vida.

O seguro viagem do futuro não existe. Ou melhor, sempre existiu. Porque contratar um seguro é pensar no futuro. A questão é o viajante do futuro. A pergunta não é se poderá ocorrer imprevistos, nem como será o seguro amanhã ou depois. A pergunta que todo viajante deve fazer sempre, e a qualquer tempo, é: Estou preparado?
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