CRUZEIROS

Sawaiho promete experiência única em cruzeiros privativos


Emerson Souza
Alberto Picciloni, co-fundador da Sawaiho
Alberto Picciloni, co-fundador da Sawaiho
Atuando no mercado brasileiro desde outubro por meio da Velle Representações, a Sawaiho realiza cruzeiros de luxo privativos para pequenos grupos em iates, catamarãs e veleiros com roteiros e experiências totalmente customizáveis. A marca italiana opera na região do Mediterrâneo (Espanha, França, Itália, Grécia, Turquia e Croácia), Caribe e ilhas do Pacífico, como a Polinésia Francesa.

Os pacotes contam com uma duração média de sete dias e serviço all inclusive opcional, mas tudo pode ser adequado conforme a demanda do passageiro, incluindo o tipo de barco, itinerários, tempo de permanência nos destinos ou serviços oferecidos a bordo, como aulas de ioga ou culinária. As embarcações dispõem de quatro cabines privativas, que comportam até oito pessoas, além do capitão e equipe de bordo.

“Nossa essência se baseia na possibilidade de criar algo totalmente flexível de acordo com as necessidades dos clientes. Você pode, literalmente, ter tudo o que quiser no seu cruzeiro. Basta falar com o capitão para mudar o seu roteiro, por exemplo, acrescentar algum tipo de serviço ou permanecer um período maior em um destino. É uma experiência única e exclusiva”, ressalta o co-fundador da Sawaiho, Alberto Picciloni.

MERCADO BRASILEIRO
Atuando na Europa e nos Estados Unidos, a Sawaiho está avançando aos poucos na América Latina, principalmente na Argentina e no México. Por meio da Velle Representações, a marca italiana chega ao Brasil com grandes expectativas em função de seu grande potencial de distribuição, uma vez que destinos como Croácia, Grécia e Turquia estão sendo muito procurados por brasileiros.

A expectativa para os próximos anos é continuar investindo no País. “Por ser um produto totalmente diferente dos cruzeiros tradicionais, também pretendemos gerar uma maior aproximação com o mercado por meio de roadshows, capacitações e diversas ações com operadores e agentes de viagens”, afirma Picciloni.


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