Guia de viagem da IGLTA do Brasil é o segundo mais visitado no mundo

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O Brasil se destaca pela sua variedade de opções para o público LGBTQ+
O Brasil se destaca pela sua variedade de opções para o público LGBTQ+
O guia de viagem da IGLTA do Brasil é o segundo mais visitado do mundo em uma lista de 26 países.
A Associação Internacional de Turismo LGBTQ+ (IGLTA) produz esses guias, feitos para refletir a diversidade de membros globais, e incluem destinos com legislação e proteções LGBTQ+ progressivas, bem como destinos onde a aceitação de LGBTQ+ não é tão difundida. O Brasil fica atrás apenas do Japão, mas vale lembrar que o fator Olimpíada pesa na escolha. Portanto, na visão do coordenador da entidade no País, Clovis Casemiro, nosso potencial é enorme.

"Temos uma vasta opção de 'destinos' dentro do País, leis de proteção em diferentes áreas e o segundo maior número de Paradas do Orgulho LGBTQ+ no mundo", afirma Clovis. Ele recomenda que o trade fique atento à sua participação no guia do Brasil. "Verifique se você e sua equipe estão nos diferentes links, se os eventos e especiais lançados no seu extranet das empresas também estão sendo promovidos, bem como os blogs."

Com festivais espalhados pelo território nacional, o Brasil se destaca pela Parada do Orgulho LGBT que acontece em São Paulo, além de comemorações no Rio de Janeiro, Florianópolis, Fernando de Noronha e, claro, a diversidade marcante no Carnaval.

O guia da IGLTA do Brasil ainda traz atrações para o público LGBTQ+ incluir no roteiro, como as Cataratas do Iguaçu (PR), Lençóis Maranhenses (MA), Jalapão (TO), Instituto Inhotim (MG), Chapada Diamantina (BA) e o passeio de trem Curitiba-Morretes.

Outro ponto de destaque do segundo guia mais visitado do mundo trata sobre a segurança para os visitantes LGBTQ+. Apesar de algumas cidades ainda expressarem preconceitos, principalmente às pessoas transexuais, o Brasil permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção conjunta. Em 2010, São Paulo permitiu que transexuais usassem o nome social e identidade de gênero para fins jurídicos, o que foi expandido para todo o País em 2016. Existe uma linha direta para denúncias de violação de direitos humanos: ligue 100.

Atrás do Japão e do Brasil estão México, Costa Rica e Itália, respectivamente.
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