Flórida retoma nível pré-pandemia de turistas brasileiros pela primeira vez
Flórida concentra mais da metade de todos os voos diretos entre Brasil e EUA até outubro deste ano

O mercado brasileiro retomou completamente os níveis pré-pandemia de envio de turistas ao Estado da Flórida nos Estados Unidos. Dados atualizados do Visit Florida revelaram que o destino recebeu 344.204 visitantes brasileiros no primeiro trimestre de 2026, resultado que manteve o País na liderança entre todos os mercados internacionais overseas em meio a retomada completa aos patamares de 2019.
Os números reforçam o protagonismo brasileiro no Turismo da Flórida em um momento de forte expansão internacional do Estado americano, impulsionado pela conectividade aérea, fortalecimento cambial, alta da demanda latino-americana e expectativa em torno da Copa do Mundo de 2026, como já tinha adiantado o próprio CEO do Visit Florida, Bryan Griffin, em entrevista durante o IPW 2026.
O primeiro trimestre veio embalado pelos números registrados em 2025, quando o Sunshine State recebeu 1,304 milhão de brasileiros, crescimento de 10% em relação a 2024, consolidando o Brasil como principal mercado internacional de longa distância do destino.
“O Brasil é hoje nosso principal mercado internacional de longa distância. Tivemos crescimento de 10% de 2024 para 2025 e seguimos prevendo expansão nos próximos anos. Vamos continuar fortalecendo ainda mais as parcerias com a indústria brasileira”
CEO do Visit Florida, Bryan Griffin
Além do recorde absoluto de visitantes, o Brasil também ampliou sua participação no fluxo internacional da Flórida. Em 2025, o mercado brasileiro respondeu por 63,2% de todo o share de visitantes sul-americanos no Estado, acima dos 58,5% registrados no ano anterior.
A liderança brasileira também reflete na malha aérea. Entre maio e outubro de 2026, estão programados 643,2 mil assentos entre Brasil e Flórida, alta de 3% em relação ao mesmo período de 2025. Com isso, a Flórida concentrará 51,3% de todos os voos diretos entre Brasil e EUA, acima dos 49,5% do ano passado, mantendo a maior participação entre todos os Estados americanos.