E-visa: 3 a cada 4 pedidos de visto para o Brasil já são eletrônicos

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Estadunidenses são responsáveis por 69% de todos os e-visas solicitados até o momento para o Brasil, com 46,1 mil pedidos
Estadunidenses são responsáveis por 69% de todos os e-visas solicitados até o momento para o Brasil, com 46,1 mil pedidos

Entre fevereiro e maio deste ano, 81,1 mil turistas de Austrália, Japão, Canadá e Estados Unidos solicitaram visto de entrada para o Brasil. Deles, 60,9 mil, ou 75% do total, utilizaram o visto eletrônico.

O número total de solicitações dos quatro países, os únicos em que o e-visa já é permitido, também cresceu. Nos mesmos quatro meses (fevereiro a maio) de 2017, foram apenas 57,5 mil pedidos; ou seja, uma alta de 41% foi observada na comparação ano a ano, já que no mesmo período de 2018 foram 81,1 mil.

Para o Ministério do Turismo, que divulgou os dados nesta semana, isso evidencia como "as medidas de facilitação de visto são fundamentais para o aumento da atração de viajantes internacionais", sendo a exigência de visto de entrada a "principal barreira para atração de turistas" para o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz.

"De acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), a facilitação de viagens pode gerar um aumento de até 25% no fluxo entre os destinos e o fato de termos registrado um crescimento ainda mais significativo mostra que a curto, médio e longo prazo colheremos significativos resultados para o turismo nacional”, avaliou Lummertz.

Até o momento, 66,9 mil e-visas foram processados para viajantes das quatro nacionalidades. Os cidadãos americanos foram responsáveis por 69% de todas as solicitações de e-visas, com 46,19 mil pedidos, seguidos dos australianos (10,69 mil), canadenses (6,08 mil) e japoneses (3,99 mil).

No mês de maio sozinho foram solicitados 15,8 mil e-visas, mais de 75% dos 20 mil pedidos totais do período vindo dos quatro países. Ainda em relação ao último mês, os canadenses foram responsáveis pelo maior aumento da demanda, com um salto de 50,7% em relação ao mesmo período do ano anterior; seguem Estados Unidos (+35,7%), Japão (+37,1%) e Austrália (+19,1%).
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