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ECONOMIA E POLÍTICA

Veja o perfil de Marcelo Álvaro, futuro ministro do Turismo

L. Barbosa
Bolsonaro, ao centro, com o futuro ministro do Turismo, Marcelo Antônio Álvaro (à dir.) e Herculano Passos (à esq.)
Bolsonaro, ao centro, com o futuro ministro do Turismo, Marcelo Antônio Álvaro (à dir.) e Herculano Passos (à esq.)
O presidente eleito da República, Jair Bolsonaro (PSL), indicou na tarde de ontem (28) Marcelo Álvaro Antônio como futuro ministro de Turismo. A partir de 1 de janeiro de 2019, ele assumirá o posto deixado por Vinicius Lummertz, desde abril incumbido no cargo.

Sua chegada foi uma indicação da bancada evangélica e endossada pela Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, presidida pelo deputado Herculano Passos. A manutenção da pasta, que poderia se juntar a outras, é considerada uma vitória para os políticos em Brasília.

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Bolsonaro já havia sugerido que seus ministros seriam escolhas técnicas, mas o futuro mandatário ainda ainda fará sua estreia no segmento. Aos 44 anos, Antônio preside o PSL de Minas Gerais e foi o deputado federal mais votado do Estado, com mais de 230 mil votos. Passou também pelas legendas PRP, MDB e PR.

Ele repercutiu em seu Twitter a nomeação feita por Bolsonaro, dizendo que se trata de uma “pasta de enorme relevância para nosso País, sobretudo na atração do capital estrangeiro e geração de empregos para os brasileiros”. O novo ministro do Turismo sugeriu, ainda, priorizar o resgate da indústria juntamente com a economia, a infraestrutura e a segurança pública.

Ao longo de sua vida política, Antônio desenvolveu mais de 20 Projetos de Lei, a maior parte voltada para a área da saúde. Por exemplo, ele é autor do PL que torna obrigatório o atendimento psicológico nas escolas de educação básica, fundamental e ensino médio. Redigiu também os projetos de venda de medicação fracionada, regulamentação da profissão dos terapeutas naturalistas dos massoterapeutas.

Recentemente, arquitetou o PL que determina a proibição da venda e compra de canudos plásticos descartáveis em território nacional. O futuro ministro do Turismo também sugere também o hasteamento da bandeira nacional em todas as instituições públicas brasileiras.

Esses e outros projetos estão em tramitação em Brasília, aguardando aprovação do Senado e, posteriormente, sanção da presidência.



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